Os leitores e "releitores" da Bíblia já estão saturados de saber que os egípcios estavam completamente cansados das destruições causadas pelas pragas enviadas por Deus por intermédio de Moisés. O país teve suas colheitas destruídas e a ordem ecológica foi fortemente desequilibrada. O povo convalescia do ataque dos piolhos e de furúnculos.
Portanto, eles estavam loucos para ficar livres dos Israelitas. Aproveitando-se do clima de confusão mental e dos desgostos do povo egípcio, Moisés, sabedor de que iria precisar de recursos financeiros para a longa viagem que iria fazer com o numeroso povo, além dos metais para os utensílios que seriam usados nos futuros rituais, espalhou a ordem para que os Israelitas pedissem presentes aos egípcios. Talvez isto TAMBÉM fizesse parte de uma tradição egípcia de despedir os hóspedes com presentes (Êxodo 11:2 e Êxodo 12:35).
Os egípcios também deram os presentes pelo respeito e temor a Moisés, por ser ele o mensageiro das pragas (Êxodo 11:3).
E este fato, o de os Israelitas estarem saindo com muitos bens, além de seus bois e de suas cabras, não deve ter escapado do Faraó e de seus "comparsas". Todo detentor de um alto cargo político ou militar está sempre cercado de "abutres", verdadeiras aves de rapina de olho em DINHEIRO. Segundo o que disse Jesus, "o amor às riquezas é a raiz de todos os males", os capitães do Faraó devem ter chamado a sua atenção para o fato de que os Israelitas estavam levando muitas riquezas do Egito, e que ele, o Faraó, poderia se apoderar daquilo tudo, como o produto de uma coleta de impostos "fora de época". Seria um enorme lucro. E provavelmente os seus capitães poderiam se apropriar de uma parte como prêmio.
Então, mesmo saturado do pernicioso e insistente Moisés, o Faraó foi estimulado pelo pensamento de adquirir as riquezas que estavam levadas a perseguir os Israelitas. Mas e a sua palavra de que os Israelitas poderiam ir embora ? Ora, o indivíduo cego pelo desejo de RIQUEZAS não pensa na palavra dada, não tem honra, e tampouco vai honrar a sua palavra.
Por isto o Faraó e seus capitães foram atrás dos Israelitas.
Estudos Bíblicos Sérios
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domingo, 11 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Pão sem fermento - A saída do Egito
O pão sem fermento está no contexto da saída dos Israelitas do Egito. Os Israelitas eram uma nação sem território. A terra do Egito era uma terra estranha para os Israelitas. Uma terra pagã, de gente supersticiosa e infantil na fé. Adoravam animais (diversos), tinham vários deuses e eram escravocratas.
Portanto, o cenário era o ESTAR SAINDO. Eles não estavam fugindo, mas Deus os tirou. Falando assim, afirma-se o poder de Deus, e não se aceita teses estapafúrdias de que:
Deus os tirou, pois tinha jurado aos seus antepassados que isto aconteceria, é o PONTO PRINCIPAL. O novo contexto, ou seja, a nova morada dos Israelitas seria a hoje denominada Palestina. Esta nova terra apresentava uma série de povos desunidos, como os indígenas foram encontrados aqui no Brasil. Povos que moravam em cidades fortificadas e que lutavam entre si, não em busca de conquista, mas por puro INSTINTO BÉLICO.
Em outras palavras, a nação Israelita não nasceu para povoar o Egito, mas para povoar a região hoje denominada Palestina, uma terra boa e rica, de onde eles saberiam extrair a riqueza.
Os egípcios presenteavam quem ia embora, principalmente no caso dos Israelitas, que haviam provocado o envio das DEZ PRAGAS por parte de Deus. Portanto, não houve saída aos poucos. Os egípcios perseguiram os Israelitas, portanto não houve expulsão.
Ritual de comemoração
Como lembrança permanente do importante acontecimento de saída do Egito (protótipo da Salvação), todo ano, no mes de Abibe, os Israelitas deveriam comer Pão sem Fermento e contar aos seus filhos o que habia ocorrido.
E junto a este ato de contar (narrar) aos filhos a história desta salvação ocorrida no Êxodo. O Israelita devia adquirir o hábito de recitar e estudar a lei de Deus, junto com a narração dos fatos ocorridos na saída do Egito.
O significado do Ritual é INCORPORAR um SÍMBOLO não concreto como um totem, um amuleto, e sim um FATO SÍMBOLO, expresso num ritual com detalhes que ajudam a memorizar e concretizar um fato.
O pão sem fermento
O pão sem fermento simboliza as almas que saíram desapegadas dos valores materialistas e animistas do povo egípcio. Mas, pelo que se pode observar, muitas almas saíram "fermentadas", ou seja, apegadas aos valores egípcios, pois não tinham o Espirito verdadeiramente.
Aspectos acessórios
O Egito, ao fim das dez pragas, estava arruinado. Quem sobreviveu teve que conviver com a perda dos filhos mais velhos, com a falta de comida, e com um país vulnerável, pois quase a totalidade da elite de seus combatentes foi dizimada pelo Mar Vermelho.
Portanto, o cenário era o ESTAR SAINDO. Eles não estavam fugindo, mas Deus os tirou. Falando assim, afirma-se o poder de Deus, e não se aceita teses estapafúrdias de que:
- Eles foram saindo aos poucos;
- Eles foram expulsos pelos egípcios;
Deus os tirou, pois tinha jurado aos seus antepassados que isto aconteceria, é o PONTO PRINCIPAL. O novo contexto, ou seja, a nova morada dos Israelitas seria a hoje denominada Palestina. Esta nova terra apresentava uma série de povos desunidos, como os indígenas foram encontrados aqui no Brasil. Povos que moravam em cidades fortificadas e que lutavam entre si, não em busca de conquista, mas por puro INSTINTO BÉLICO.
Em outras palavras, a nação Israelita não nasceu para povoar o Egito, mas para povoar a região hoje denominada Palestina, uma terra boa e rica, de onde eles saberiam extrair a riqueza.
Os egípcios presenteavam quem ia embora, principalmente no caso dos Israelitas, que haviam provocado o envio das DEZ PRAGAS por parte de Deus. Portanto, não houve saída aos poucos. Os egípcios perseguiram os Israelitas, portanto não houve expulsão.
Ritual de comemoração
Como lembrança permanente do importante acontecimento de saída do Egito (protótipo da Salvação), todo ano, no mes de Abibe, os Israelitas deveriam comer Pão sem Fermento e contar aos seus filhos o que habia ocorrido.
E junto a este ato de contar (narrar) aos filhos a história desta salvação ocorrida no Êxodo. O Israelita devia adquirir o hábito de recitar e estudar a lei de Deus, junto com a narração dos fatos ocorridos na saída do Egito.
O significado do Ritual é INCORPORAR um SÍMBOLO não concreto como um totem, um amuleto, e sim um FATO SÍMBOLO, expresso num ritual com detalhes que ajudam a memorizar e concretizar um fato.
O pão sem fermento
O pão sem fermento simboliza as almas que saíram desapegadas dos valores materialistas e animistas do povo egípcio. Mas, pelo que se pode observar, muitas almas saíram "fermentadas", ou seja, apegadas aos valores egípcios, pois não tinham o Espirito verdadeiramente.
Aspectos acessórios
O Egito, ao fim das dez pragas, estava arruinado. Quem sobreviveu teve que conviver com a perda dos filhos mais velhos, com a falta de comida, e com um país vulnerável, pois quase a totalidade da elite de seus combatentes foi dizimada pelo Mar Vermelho.
sábado, 20 de agosto de 2011
O cérebro e Deus
Temos lido teses mirabolantes sobre "a geração da idéia de Deus" pelo cérebro.
Encontramos um artigo que fala sobre isto no link abaixo:
O cérebro e Deus
Encontramos um artigo que fala sobre isto no link abaixo:
O cérebro e Deus
sábado, 23 de julho de 2011
Silas Malafaia e o homossexualismo
O pastor Silas Malafaia é alguém polêmico, pragmático, audacioso e profundo.
Algo que ele disse hoje em um programa (não sabemos se era uma reprise) nos abriu os olhos.
Até a novela global das oito (que só começa bem depois das nove) tem feito apologia disfarçada do homossexualismo. Entendemos que esta "opção" deve ser tomada por quem já tem o impulso, a tendência, vocação, não sabemos, pois este característico inerente aos humanos NÃO FOI AINDA EXPLICADO COM PROFUNDIDADE.
Mas voltemos ao pastor Silas Malafaia. Ele disse algo muito interessante, e do que não nos damos conta, pois existe a pressão dos grupos gays em virtude da lei da homofobia que pode ser aprovada:
Vamos analisar a situação de liberdade de expressão apoiada pelo artigo 5º da constituição:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
...
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
...
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Interpretação até extrema desta liberdade é ter que tolerar até partidos de extrema direita defendendo coisas absurdas, como racismo, aborto e outros. Ou seja, liberdade de expressão é liberdade de se expressar. As idéias podem ser colocadas e refutadas ou corroboradas. Até manifestações contra os políticos em exercício do cargo, autoridades reconhecidas e legais, são permitidas! Por que o homossexualismo não pode ser questionado ? Os gays seriam melhores ou piores que os políticos ? Se os políticos tem a humildade de aceitar críticas, e estão no poder, por que os gays não podem aceitar ?
Mas então ouço este pastor dizer que a comunidade "gay" tentou cassar a licença de psicólogo dele junto ao Conselho de Psicologia. O que é isto ? Represália ? Ou seja, os gays podem se "livre expressar" mas o pastor não !?
Não precisamos dizer mais nada. É intolerância. Foi tal a "corda" dada a eles pelos veículos de imprensa e pelos veículos televisivos, que eles se sentiram no direito de exceder o próprio estado de direito em que vivem.
E o item I do artigo 5º, em vista do novo contexto social de tolerância, terá que sofrer alteração de redação, para admitir as condutas já observadas socialmente dos apenas dois sexos literalmente reconhecidos.
Este é o procedimento correto. Adaptar a Constituição ao contexto social, para que não haja hipocrisias e duplas interpretações, SEM ALTERAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Algo que ele disse hoje em um programa (não sabemos se era uma reprise) nos abriu os olhos.
Até a novela global das oito (que só começa bem depois das nove) tem feito apologia disfarçada do homossexualismo. Entendemos que esta "opção" deve ser tomada por quem já tem o impulso, a tendência, vocação, não sabemos, pois este característico inerente aos humanos NÃO FOI AINDA EXPLICADO COM PROFUNDIDADE.
Mas voltemos ao pastor Silas Malafaia. Ele disse algo muito interessante, e do que não nos damos conta, pois existe a pressão dos grupos gays em virtude da lei da homofobia que pode ser aprovada:
"Não existe grupo mais intolerante do que o dos gays"
Vamos analisar a situação de liberdade de expressão apoiada pelo artigo 5º da constituição:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
...
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
...
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Interpretação até extrema desta liberdade é ter que tolerar até partidos de extrema direita defendendo coisas absurdas, como racismo, aborto e outros. Ou seja, liberdade de expressão é liberdade de se expressar. As idéias podem ser colocadas e refutadas ou corroboradas. Até manifestações contra os políticos em exercício do cargo, autoridades reconhecidas e legais, são permitidas! Por que o homossexualismo não pode ser questionado ? Os gays seriam melhores ou piores que os políticos ? Se os políticos tem a humildade de aceitar críticas, e estão no poder, por que os gays não podem aceitar ?
Mas então ouço este pastor dizer que a comunidade "gay" tentou cassar a licença de psicólogo dele junto ao Conselho de Psicologia. O que é isto ? Represália ? Ou seja, os gays podem se "livre expressar" mas o pastor não !?
Não precisamos dizer mais nada. É intolerância. Foi tal a "corda" dada a eles pelos veículos de imprensa e pelos veículos televisivos, que eles se sentiram no direito de exceder o próprio estado de direito em que vivem.
E o item I do artigo 5º, em vista do novo contexto social de tolerância, terá que sofrer alteração de redação, para admitir as condutas já observadas socialmente dos apenas dois sexos literalmente reconhecidos.
Este é o procedimento correto. Adaptar a Constituição ao contexto social, para que não haja hipocrisias e duplas interpretações, SEM ALTERAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Potestades estabelecidas por pessoas
O conceito de potestade é dificílimo de compreender para quem não está consciente da existência de um mundo espiritual.
Uma pessoa, vejam bem, uma pessoa sozinha pode criar uma Potestade à sua volta, fazê-la crescer, até perder o controle sobre ela, consequência sempre observada quando este processo começa.
Em um local de trabalho
A situação a seguir vai ilustrar com a clareza cristalina de um diamante como o processo de criação de uma Potestade pode se dar.
Um funcionário comum começa a atrair para si responsabilidades, num processo natural. O disparador para que estas responsabilidades se transformem é o fato de nele se despertar a consciência de que muita coisa agora depende dele. É a síndrome de Lúcifer ( o diabo): "na multiplicação de seu comércio ele se ensoberbeceu". O empregado se ilude, achando que tem poder. Seu líder, que foi largando tudo para este empregado, vê-se inteiramente dependente, e descansa, deixando tudo na mão desse.
O empregado tenta ainda atrair para si mais e mais poder, e então está formada uma potestade à sua volta. No entanto, a potestade o usa, até que não seja mais necessário, pois terá que entregar o poder a outro líder, logo que ache alguém ainda mais fácil de dominar.
A fraqueza da personalidade
O líder que se deixa influenciar e a quase se anular, é um comodista por excelência, omisso, preguiçoso e sem personalidade no diagnóstico final. É mais cômodo ele não se envolver, pois já tem um bobo que o faça (a princípio), e desta forma pode cuidar quase que inteiramente de sua vida pessoal. Seu cargo e salário está garantido. Existem alguns "mal-estares" em certas situações, pois ele passa a desconhecer o que envolve seu trabalho. Mas depois que sai das reuniões, e de receber uns cochichos de "incompetente" pelas costas, ele volta ao seu humor anterior.
O gerente, o chefe e o líder, devem impedir que empregados formem "zonas de influência" ao seu redor, pois no plano espiritual surgem entidades demoníacas que passam a exercer o controle.
Uma pessoa, vejam bem, uma pessoa sozinha pode criar uma Potestade à sua volta, fazê-la crescer, até perder o controle sobre ela, consequência sempre observada quando este processo começa.
Em um local de trabalho
A situação a seguir vai ilustrar com a clareza cristalina de um diamante como o processo de criação de uma Potestade pode se dar.
Um funcionário comum começa a atrair para si responsabilidades, num processo natural. O disparador para que estas responsabilidades se transformem é o fato de nele se despertar a consciência de que muita coisa agora depende dele. É a síndrome de Lúcifer ( o diabo): "na multiplicação de seu comércio ele se ensoberbeceu". O empregado se ilude, achando que tem poder. Seu líder, que foi largando tudo para este empregado, vê-se inteiramente dependente, e descansa, deixando tudo na mão desse.
O empregado tenta ainda atrair para si mais e mais poder, e então está formada uma potestade à sua volta. No entanto, a potestade o usa, até que não seja mais necessário, pois terá que entregar o poder a outro líder, logo que ache alguém ainda mais fácil de dominar.
A fraqueza da personalidade
O líder que se deixa influenciar e a quase se anular, é um comodista por excelência, omisso, preguiçoso e sem personalidade no diagnóstico final. É mais cômodo ele não se envolver, pois já tem um bobo que o faça (a princípio), e desta forma pode cuidar quase que inteiramente de sua vida pessoal. Seu cargo e salário está garantido. Existem alguns "mal-estares" em certas situações, pois ele passa a desconhecer o que envolve seu trabalho. Mas depois que sai das reuniões, e de receber uns cochichos de "incompetente" pelas costas, ele volta ao seu humor anterior.
O gerente, o chefe e o líder, devem impedir que empregados formem "zonas de influência" ao seu redor, pois no plano espiritual surgem entidades demoníacas que passam a exercer o controle.
Complexo de culpa, superego e encostos
Em algum momento da vida, o indivíduo pode estar em uma situação em que acha que cometeu um erro, e alguém foi prejudicado ou uma morte foi provocada. É humano e comum.
Podemos dar o seguinte exemplo. Você está conduzindo um veículo, onde estão alguns amigos ou colegas. Já dirigiu quilômetros, e é tomado pelo cansaço. Então, pergunta a um destes amigos se quer te substituir na direção, pois está cansadíssimo, e um deles concorda. Você meio que adormece, mas pode notar que o amigo está com o "pé meio pesado", ou seja, correndo um bocado, e não dirigindo responsavelmente.
E então, ocorre o previsto, vocês sofrem um acidente com capotamento. Consequência deste acidente é a morte de um de seus amigos. Você, ali mesmo, consegue sair do veículo, e junto com os amigos constata a morte do amigo citado. Daquele momento em diante, você, torturado pelo seu superego, se culpa por aquela morte.
Este é o caso para explicarmos esta relação entre o complexo de culpa, o superego e os encostos.
O complexo de culpa
Devido à nossa natureza de pecadores, e pelo desconhecimento de todos os aspectos do plano de Deus para a nossa vida e para a vida dos que nos rodeiam, não enxergamos o verdadeiro culpado (o motorista que provocou o acidente em primeiro plano), e nem nos inteiramos completamente do momento que a vítima estava atravessando, seus atos ou até seus méritos para que, no caso desta vítima, os fatos coroassem para que ela fosse viver ao lado de Deus, ou fosse vitimada pela enorme carga de malfeitos ou perversidades. Não sabemos, pois o juiz é Deus.
O ser humano normal sente culpa por falhas que ocorram à sua volta: "será que eu podia ter feito algo para evitar que isto acontecesse ?"
No caso do motorista que deu a direção ao amigo que provocou o acidente, a culpa é enorme, pois lhe deu uma espécie de "cheque em branco" ao lhe entregar a direção, fosse ele habilitado ou não. Houve uma relação mais próxima de culpa.
O superego
Nesta hora entra o superego falando: "viu o que você fez ?". E este, nas pessoas sem distúrbios psicossociais, é implacável. A vítima do superego pode mergulhar na bebida, na depressão, na doença, ou ter agravado um estado doentio que já apresentava. O indivíduo fica psicológica e psiquicamente fraco.
O encosto
Ora, a oração ewnsinada por Jesus, o Pai Nosso, modelo de oração e não uma oração em si, diz:
Aberta uma fresta, uma falha no terreno psicológico, no plano espiritual é aberta uma porta no templo que é o corpo da pessoa para a entrada de um ou mais encostos: "é a nossa chance" - dizem eles entre si (os demônios).
E o indivíduo, fragilizado, condenado pelo superego, começa a ser acompanhado pelo encosto (um ou mais deles). Adquire, a partir de então, aspecto soturno, cabisbaixo, semi-moribundo, fragilizado, e se entrega. Ganhou o espírito imundo uma morada no corpo deste pobre indivíduo.
Conclusão
É este o mecanismo de entrada dos encostos nos indivíduos que carregam uma culpa, sem submetê-la a Deus, o verdadeiro juiz, tornando-se juízes de si próprios, por falta de humildade. Sim, o complexo de culpa é falta de humildade perante o Criador e de Jesus, pois o indivíduo se acha auto-suficiente para pesar méritos e culpas de si mesmo e dos outros.
Recomendação
Se você tem um complexo de culpa, procure pessoas ativas no serviço para Deus, antes de julgar-se a si mesmo.
Podemos dar o seguinte exemplo. Você está conduzindo um veículo, onde estão alguns amigos ou colegas. Já dirigiu quilômetros, e é tomado pelo cansaço. Então, pergunta a um destes amigos se quer te substituir na direção, pois está cansadíssimo, e um deles concorda. Você meio que adormece, mas pode notar que o amigo está com o "pé meio pesado", ou seja, correndo um bocado, e não dirigindo responsavelmente.
E então, ocorre o previsto, vocês sofrem um acidente com capotamento. Consequência deste acidente é a morte de um de seus amigos. Você, ali mesmo, consegue sair do veículo, e junto com os amigos constata a morte do amigo citado. Daquele momento em diante, você, torturado pelo seu superego, se culpa por aquela morte.
Este é o caso para explicarmos esta relação entre o complexo de culpa, o superego e os encostos.
O complexo de culpa
Devido à nossa natureza de pecadores, e pelo desconhecimento de todos os aspectos do plano de Deus para a nossa vida e para a vida dos que nos rodeiam, não enxergamos o verdadeiro culpado (o motorista que provocou o acidente em primeiro plano), e nem nos inteiramos completamente do momento que a vítima estava atravessando, seus atos ou até seus méritos para que, no caso desta vítima, os fatos coroassem para que ela fosse viver ao lado de Deus, ou fosse vitimada pela enorme carga de malfeitos ou perversidades. Não sabemos, pois o juiz é Deus.
O ser humano normal sente culpa por falhas que ocorram à sua volta: "será que eu podia ter feito algo para evitar que isto acontecesse ?"
No caso do motorista que deu a direção ao amigo que provocou o acidente, a culpa é enorme, pois lhe deu uma espécie de "cheque em branco" ao lhe entregar a direção, fosse ele habilitado ou não. Houve uma relação mais próxima de culpa.
O superego
Nesta hora entra o superego falando: "viu o que você fez ?". E este, nas pessoas sem distúrbios psicossociais, é implacável. A vítima do superego pode mergulhar na bebida, na depressão, na doença, ou ter agravado um estado doentio que já apresentava. O indivíduo fica psicológica e psiquicamente fraco.
O encosto
Ora, a oração ewnsinada por Jesus, o Pai Nosso, modelo de oração e não uma oração em si, diz:
assim na terra como no céu
Aberta uma fresta, uma falha no terreno psicológico, no plano espiritual é aberta uma porta no templo que é o corpo da pessoa para a entrada de um ou mais encostos: "é a nossa chance" - dizem eles entre si (os demônios).
E o indivíduo, fragilizado, condenado pelo superego, começa a ser acompanhado pelo encosto (um ou mais deles). Adquire, a partir de então, aspecto soturno, cabisbaixo, semi-moribundo, fragilizado, e se entrega. Ganhou o espírito imundo uma morada no corpo deste pobre indivíduo.
Conclusão
É este o mecanismo de entrada dos encostos nos indivíduos que carregam uma culpa, sem submetê-la a Deus, o verdadeiro juiz, tornando-se juízes de si próprios, por falta de humildade. Sim, o complexo de culpa é falta de humildade perante o Criador e de Jesus, pois o indivíduo se acha auto-suficiente para pesar méritos e culpas de si mesmo e dos outros.
Recomendação
Se você tem um complexo de culpa, procure pessoas ativas no serviço para Deus, antes de julgar-se a si mesmo.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Pastores aproveitadores
Estamos em época de ascensão do movimento evangelístico. Não existem pré-requisitos formais nem uma Agência Reguladora dos Evangélicos para normatizar, fiscalizar e punir maus pastores, maus bispos e maus fiéis.
Em nome da fé, muitas e muitas vezes sincera, pessoas se entregam de corpo e alma, jurando obediência às autoridades da igreja, dispostas a fazer crescer a fé. E então vem o ponto principal:
Nos locais de trabalho isto ocorre muito. Em média, um em cada dez empregados mostra um potencial para servir superior ao potencial dos colegas. Existe muita gente preguiçosa e escorada. Vendo então que aquele empregado é diligente, responsável, sério, competente e comprometido, o líder se aproveita quase que inteiramente dele, deixando os escorados prá lá.
Nas igrejas, o mesmo acontece. O fiel de qualidade primeiro é destacado, depois convocado, e por fim escravizado. Os pastores o obrigam a chegar até uma hora antes do culto começar para arrumar o púlpito, ligar as luzes, abrir as janelas, ligar os instrumentos musicais, arrumar as cadeiras, arrumar água para o pastor, numa clara exploração. E exploração a que podemos dar este nome, pelo fato do pobre coitado não receber remuneração nenhuma. O dinheiro do gazofiláceo vai para o salário do pastor e para as despesas da igreja.
O que é que é isto ? É hipocrisia. É fruto da cópia do modelo explorador e opressor do capitalismo sobre os pastores ignorantes. E acrescente-se também o pior, são incompetentes e:
Mas graças a Deus existe inferno para poder abrigar este tipo de gente hipócrita.
Se você é membro de igreja, fiel, sincero, diligente, pense até três vezes antes de se oferecer para o serviço de uma igreja. Primeiro tente saber a quel estirpe pertence o seu pastor e o conselho desta igreja, pois está cheio de gente abusada por aí.
Em nome da fé, muitas e muitas vezes sincera, pessoas se entregam de corpo e alma, jurando obediência às autoridades da igreja, dispostas a fazer crescer a fé. E então vem o ponto principal:
Muitos destes fiéis sofrem abusos por parte dos pastores
Nos locais de trabalho isto ocorre muito. Em média, um em cada dez empregados mostra um potencial para servir superior ao potencial dos colegas. Existe muita gente preguiçosa e escorada. Vendo então que aquele empregado é diligente, responsável, sério, competente e comprometido, o líder se aproveita quase que inteiramente dele, deixando os escorados prá lá.
Nas igrejas, o mesmo acontece. O fiel de qualidade primeiro é destacado, depois convocado, e por fim escravizado. Os pastores o obrigam a chegar até uma hora antes do culto começar para arrumar o púlpito, ligar as luzes, abrir as janelas, ligar os instrumentos musicais, arrumar as cadeiras, arrumar água para o pastor, numa clara exploração. E exploração a que podemos dar este nome, pelo fato do pobre coitado não receber remuneração nenhuma. O dinheiro do gazofiláceo vai para o salário do pastor e para as despesas da igreja.
O que é que é isto ? É hipocrisia. É fruto da cópia do modelo explorador e opressor do capitalismo sobre os pastores ignorantes. E acrescente-se também o pior, são incompetentes e:
querem parecer competentes USANDO os outros.
Mas graças a Deus existe inferno para poder abrigar este tipo de gente hipócrita.
Se você é membro de igreja, fiel, sincero, diligente, pense até três vezes antes de se oferecer para o serviço de uma igreja. Primeiro tente saber a quel estirpe pertence o seu pastor e o conselho desta igreja, pois está cheio de gente abusada por aí.
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