Não se trata de preconceitos ou tabus, a tradição da mão "certa" para a escrita ser a direita vem de longa data, originando-se de rituais antigos e chegando até nós filtrado e obscurecido pelas mentes supersticiosas daqueles que, por falta de interesse e instinto pesquisador, transmitiram estes conhecimentos deturpados.
O livro do Êxodo
O livro do Êxodo trata da enorme celeuma que foi a saída dos hebreus (habiru - não eram ainda israelitas) do Egito após um longo período de opressão. Após esta saída com drama de fuga, foi preciso Moisés estabelecer os rituais que iriam pautar a caminhada de 40 anos, e se projetar até tempos bem mais a frente. Cabe dizer aqui que um grupo humano que quer ser denominado NAÇÃO, tem que ter rituais, sem o que a sua cultura se perde. Nós mesmos temos rituais de nossa vida diária, que mantém a nossa psiquê no lugar.
A família de Arão
Moisés, como líder, nunca se abrogou o status de sacerdote, até porque tinha dificuldades para falar (língua pesada). Então ele tomou seu irmão Arão e o fez sacerdote. Arão tinha 4 filhos: Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
Os sacrifícios de consagração dos sacerdotes
O princípio básico dos rituais religiosos da nação dos hebreus era o sacrifício dos animais. Parece que é uma coisa primitiva, mas ao homem se ensinou, desde tempos remotos (desde Adão), que o homem comete pecados (pois existe certo e errado, ao contrário do que crêem relativistas e ateus) e que estes precisam ser remidos. Ora, e mesmo que não se creia em pecado, o homem sempre esteve criando leis. Se as criou, é porque percebeu que existe um ERRADO que precisa ter seus efeitos deletérios corrigidos por uma providência que COMPENSE estes efeitos.
Vamos analisar a mente de um homem que não acredita que existe o ERRADO. Este homem empresta dinheiro ao vizinho. O vizinho lhe diz que pagará no fim do mês. Mas chega o fim do mês, e este vizinho não lhe paga. O homem vai até a casa do vizinho, e este lhe diz que não vai pagar. Então o homem argumenta bastante com o devedor, mas não adianta, até que perde a paciência e lhe diz:
- Você pediu emprestado, determinamos um prazo para você me devolver, e agora não quer me pagar.Isto está ERRADO.
O que é isto ? Aquele homem que não achava que existia CERTO e ERRADO, agora invoca este conceito por que lhe interessa no momento ? Tem ele, agora, uma idéia de justiça ? Interessante, não.
Assim são os ateus e descrentes. Um conceito só lhe serve quando interessa.
O sacrifício
O livro do Êxodo (29:1-28) dá as seguintes instruções:
Os animais do sacrifício são: Um Touro e 2 carneiros.
O Touro é a FORÇA, o poder (chifres) e os carneiros são símbolos da submissão e da remissão de pecados. Lembre-se de que Jesus foi/é comparado a um cordeiro, animal manso, submisso ao pastor, e não ao Touro, símbolo da força que beira a auto-suficiência, poder de destruição.
O sacrifício do Touro
No altar eram queimadas as seguintes partes: a gordura que cobre os miúdos, a melhor parte do fígado, os dois rins e a gordura que os cobre. Curiosamente, eles escolhiam as partes que correspondem à reserva de energia do ser humano (gordura), e os filtros do corpo humano ( fígado e rins ). Para tirar os pecados eram oferecidas partes que servem à finalidades menos nobres no corpo (embora necessárias) como carne, couro e tripas.
Antes de ser morto e queimado, o sacerdote e os filhos colocavam a mão sobre a cabeça do animal.
O primeiro Carneiro
O sangue do carneiro (para eles o que correspondia à essência da alma) era aspergido no altar. Antes da crucificação de Jesus, os açoites, considerados uma forma brutal de castigo, destinado somente a machucar, foram perpetrados com a única e exclusiva finalidade de cumprir esta parte do ritual de retirada dos pecados. Ou seja, os açoites eram a única forma de fazer com que o altar de sacrifício (a cruz) ficasse manchado pelo sangue que escorria das costas de Jesus ( e realmente os açoites eram aplicados nesta parte do corpo).
O segundo Carneiro
O sangue deste segundo carneiro era aspergido na orelha direita, no dedo polegar da mão direita e também do pé direito. Depois era borrifado sobre o altar. Misturado ao azeite, o sangue também era aspergido sobre a pessoa e sobre as roupas de Arão e de seus filhos.
Deste eram retirados a gordura, o rabo, a gordura dos miúdos, a melhor parte do fígado, os dois rins com a sua gordura e a coxa direita. O peito e a coxa direita deste carneiro pertencia aos sacerdotes.
Deste modo de ritual veio o tabu sobre ser a mão direita a correta para se ter o jeito e a força, além de ser a mão da escrita. O costume foi sendo passado corrompido em sua significação e finalidade, até chegar à geração dos nossos pais, fazendo grande parte deles corrigir, com brutalidade, a mão dominante das atividades diárias de seus filhos.
Estudos Bíblicos Sérios
Blog da Rede Blogazine
Conteúdos com Pesquisa e Revisão
domingo, 4 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
santos, beatos e apego - Religiosidade Cultural
É triste o excessivo apego das pessoas às suas crenças viciadas, a cabeça dura e a interrupção de seu amadurecimento.
O apego é um traço doentio de formação da personalidade. O caráter ainda pode salvar a personalidade, se for bem construído.
Mas do que estamos falando ? Em primeiro lugar daquelas pessoas que, mesmo após anos, encontramos e estão exatamente do mesmo jeito, falando das mesmas coisas (geralmente do passado), fazendo as mesmas brincadeiras e com as mesmas convicções de vida. E em segundo lugar, das PESSOAS QUE NÃO LARGAM SEUS MAUS CAMINHOS.
Que maus caminhos são estes ?
Dívidas - A pessoa foi e continua consumista, cada vez mais enrolada em dívidas de cartão de crédito, agiotas e financiamentos que nunca acabam;
Vícios - A pessoa fumava, falava que ia parar, e até hoje fuma. Comia, falava que ia se controlar, e hoje está ainda mais gorda;
Preguiça - A pessoa era escorada, falava que ia tomar jeito, estudar e trabalhar. Hoje continua escorada seja no pai ou mãe, seja na esposa, seja no marido;
Religiosidade - A pessoa ia em terreiro, pedir coisas para si mesma. Hoje continua indo, ou se tornou pai de santo (que é um meio de ganhar dinheiro), ou continua colecionando santos de barro ou gesso. Para cada coisa tem um santo (para causas perdidas, para problemas de vista, um padroeiro de motorista, outro dos pedreiros, outro das coisas que perdeu), como a pessoa que tem um comprimido para cada mal: dor de cabeça, dor de rins, vista cansada, dores musculares, dor de estômago.
O problema da religiosidade no Brasil é uma coisa medonha, e que chega até o nosso PIB (Produto Interno Bruto), pois a ênfase de nossas igrejas, argumentando que Jesus era um pobre filho de carpinteiro, metem na cabeça da pessoa que ela não pode enriquecer, pois é difícil um rico entrar no reino dos céus.
Choca a nós, pessoas que querem enxergar longe, que querem o progresso e o fim da miséria, ver pessoas humildes ou cultas, fazerem filas para beijar o pé das imagens. Choca ouvir que um é devoto de São Isto, o outro é devoto de São Aquilo e o terceiro de Santa Aquela. O que é isto ? Torcidas para santos. Deus é um. Devemos ser devotos de um e único Deus.
O pior
O pior, e que mostra à pessoa apegada o quão boba que ela foi a vida inteira, é, no leito de morte, a pessoa olhar para os santos de gesso que estão em seu quarto e perceber que ela vai morrer, mas aquele santinho que ela acreditou que podia salvar a sua vida (na sua cabeça infantil) vai continuar em cima de um móvel na casa de uma outra pessoa ingênua.
O remédio
A cura para este apego, que leva a pessoa ao buraco fundo, é ouvir que
DEUS É ESPÍRITO,
e que não se relaciona a nada material, feito pela mão do homem, à imagem de um outro humano. Santos são apenas humanos, que se dedicaram mais aos outros, mas não passam de humanos com as mesmas tendências para o bem ou para o mal, com vontades, desejos, fraquezas e forças. Nada mais que isto.
O apego é um traço doentio de formação da personalidade. O caráter ainda pode salvar a personalidade, se for bem construído.
Mas do que estamos falando ? Em primeiro lugar daquelas pessoas que, mesmo após anos, encontramos e estão exatamente do mesmo jeito, falando das mesmas coisas (geralmente do passado), fazendo as mesmas brincadeiras e com as mesmas convicções de vida. E em segundo lugar, das PESSOAS QUE NÃO LARGAM SEUS MAUS CAMINHOS.
Que maus caminhos são estes ?
Dívidas - A pessoa foi e continua consumista, cada vez mais enrolada em dívidas de cartão de crédito, agiotas e financiamentos que nunca acabam;
Vícios - A pessoa fumava, falava que ia parar, e até hoje fuma. Comia, falava que ia se controlar, e hoje está ainda mais gorda;
Preguiça - A pessoa era escorada, falava que ia tomar jeito, estudar e trabalhar. Hoje continua escorada seja no pai ou mãe, seja na esposa, seja no marido;
Religiosidade - A pessoa ia em terreiro, pedir coisas para si mesma. Hoje continua indo, ou se tornou pai de santo (que é um meio de ganhar dinheiro), ou continua colecionando santos de barro ou gesso. Para cada coisa tem um santo (para causas perdidas, para problemas de vista, um padroeiro de motorista, outro dos pedreiros, outro das coisas que perdeu), como a pessoa que tem um comprimido para cada mal: dor de cabeça, dor de rins, vista cansada, dores musculares, dor de estômago.
O problema da religiosidade no Brasil é uma coisa medonha, e que chega até o nosso PIB (Produto Interno Bruto), pois a ênfase de nossas igrejas, argumentando que Jesus era um pobre filho de carpinteiro, metem na cabeça da pessoa que ela não pode enriquecer, pois é difícil um rico entrar no reino dos céus.
Choca a nós, pessoas que querem enxergar longe, que querem o progresso e o fim da miséria, ver pessoas humildes ou cultas, fazerem filas para beijar o pé das imagens. Choca ouvir que um é devoto de São Isto, o outro é devoto de São Aquilo e o terceiro de Santa Aquela. O que é isto ? Torcidas para santos. Deus é um. Devemos ser devotos de um e único Deus.
O pior
O pior, e que mostra à pessoa apegada o quão boba que ela foi a vida inteira, é, no leito de morte, a pessoa olhar para os santos de gesso que estão em seu quarto e perceber que ela vai morrer, mas aquele santinho que ela acreditou que podia salvar a sua vida (na sua cabeça infantil) vai continuar em cima de um móvel na casa de uma outra pessoa ingênua.
O remédio
A cura para este apego, que leva a pessoa ao buraco fundo, é ouvir que
DEUS É ESPÍRITO,
e que não se relaciona a nada material, feito pela mão do homem, à imagem de um outro humano. Santos são apenas humanos, que se dedicaram mais aos outros, mas não passam de humanos com as mesmas tendências para o bem ou para o mal, com vontades, desejos, fraquezas e forças. Nada mais que isto.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Por que os egípcios perseguiram os Israelitas no Êxodo
Os leitores e "releitores" da Bíblia já estão saturados de saber que os egípcios estavam completamente cansados das destruições causadas pelas pragas enviadas por Deus por intermédio de Moisés. O país teve suas colheitas destruídas e a ordem ecológica foi fortemente desequilibrada. O povo convalescia do ataque dos piolhos e de furúnculos.
Portanto, eles estavam loucos para ficar livres dos Israelitas. Aproveitando-se do clima de confusão mental e dos desgostos do povo egípcio, Moisés, sabedor de que iria precisar de recursos financeiros para a longa viagem que iria fazer com o numeroso povo, além dos metais para os utensílios que seriam usados nos futuros rituais, espalhou a ordem para que os Israelitas pedissem presentes aos egípcios. Talvez isto TAMBÉM fizesse parte de uma tradição egípcia de despedir os hóspedes com presentes (Êxodo 11:2 e Êxodo 12:35).
Os egípcios também deram os presentes pelo respeito e temor a Moisés, por ser ele o mensageiro das pragas (Êxodo 11:3).
E este fato, o de os Israelitas estarem saindo com muitos bens, além de seus bois e de suas cabras, não deve ter escapado do Faraó e de seus "comparsas". Todo detentor de um alto cargo político ou militar está sempre cercado de "abutres", verdadeiras aves de rapina de olho em DINHEIRO. Segundo o que disse Jesus, "o amor às riquezas é a raiz de todos os males", os capitães do Faraó devem ter chamado a sua atenção para o fato de que os Israelitas estavam levando muitas riquezas do Egito, e que ele, o Faraó, poderia se apoderar daquilo tudo, como o produto de uma coleta de impostos "fora de época". Seria um enorme lucro. E provavelmente os seus capitães poderiam se apropriar de uma parte como prêmio.
Então, mesmo saturado do pernicioso e insistente Moisés, o Faraó foi estimulado pelo pensamento de adquirir as riquezas que estavam levadas a perseguir os Israelitas. Mas e a sua palavra de que os Israelitas poderiam ir embora ? Ora, o indivíduo cego pelo desejo de RIQUEZAS não pensa na palavra dada, não tem honra, e tampouco vai honrar a sua palavra.
Por isto o Faraó e seus capitães foram atrás dos Israelitas.
Portanto, eles estavam loucos para ficar livres dos Israelitas. Aproveitando-se do clima de confusão mental e dos desgostos do povo egípcio, Moisés, sabedor de que iria precisar de recursos financeiros para a longa viagem que iria fazer com o numeroso povo, além dos metais para os utensílios que seriam usados nos futuros rituais, espalhou a ordem para que os Israelitas pedissem presentes aos egípcios. Talvez isto TAMBÉM fizesse parte de uma tradição egípcia de despedir os hóspedes com presentes (Êxodo 11:2 e Êxodo 12:35).
Os egípcios também deram os presentes pelo respeito e temor a Moisés, por ser ele o mensageiro das pragas (Êxodo 11:3).
E este fato, o de os Israelitas estarem saindo com muitos bens, além de seus bois e de suas cabras, não deve ter escapado do Faraó e de seus "comparsas". Todo detentor de um alto cargo político ou militar está sempre cercado de "abutres", verdadeiras aves de rapina de olho em DINHEIRO. Segundo o que disse Jesus, "o amor às riquezas é a raiz de todos os males", os capitães do Faraó devem ter chamado a sua atenção para o fato de que os Israelitas estavam levando muitas riquezas do Egito, e que ele, o Faraó, poderia se apoderar daquilo tudo, como o produto de uma coleta de impostos "fora de época". Seria um enorme lucro. E provavelmente os seus capitães poderiam se apropriar de uma parte como prêmio.
Então, mesmo saturado do pernicioso e insistente Moisés, o Faraó foi estimulado pelo pensamento de adquirir as riquezas que estavam levadas a perseguir os Israelitas. Mas e a sua palavra de que os Israelitas poderiam ir embora ? Ora, o indivíduo cego pelo desejo de RIQUEZAS não pensa na palavra dada, não tem honra, e tampouco vai honrar a sua palavra.
Por isto o Faraó e seus capitães foram atrás dos Israelitas.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Pão sem fermento - A saída do Egito
O pão sem fermento está no contexto da saída dos Israelitas do Egito. Os Israelitas eram uma nação sem território. A terra do Egito era uma terra estranha para os Israelitas. Uma terra pagã, de gente supersticiosa e infantil na fé. Adoravam animais (diversos), tinham vários deuses e eram escravocratas.
Portanto, o cenário era o ESTAR SAINDO. Eles não estavam fugindo, mas Deus os tirou. Falando assim, afirma-se o poder de Deus, e não se aceita teses estapafúrdias de que:
Deus os tirou, pois tinha jurado aos seus antepassados que isto aconteceria, é o PONTO PRINCIPAL. O novo contexto, ou seja, a nova morada dos Israelitas seria a hoje denominada Palestina. Esta nova terra apresentava uma série de povos desunidos, como os indígenas foram encontrados aqui no Brasil. Povos que moravam em cidades fortificadas e que lutavam entre si, não em busca de conquista, mas por puro INSTINTO BÉLICO.
Em outras palavras, a nação Israelita não nasceu para povoar o Egito, mas para povoar a região hoje denominada Palestina, uma terra boa e rica, de onde eles saberiam extrair a riqueza.
Os egípcios presenteavam quem ia embora, principalmente no caso dos Israelitas, que haviam provocado o envio das DEZ PRAGAS por parte de Deus. Portanto, não houve saída aos poucos. Os egípcios perseguiram os Israelitas, portanto não houve expulsão.
Ritual de comemoração
Como lembrança permanente do importante acontecimento de saída do Egito (protótipo da Salvação), todo ano, no mes de Abibe, os Israelitas deveriam comer Pão sem Fermento e contar aos seus filhos o que habia ocorrido.
E junto a este ato de contar (narrar) aos filhos a história desta salvação ocorrida no Êxodo. O Israelita devia adquirir o hábito de recitar e estudar a lei de Deus, junto com a narração dos fatos ocorridos na saída do Egito.
O significado do Ritual é INCORPORAR um SÍMBOLO não concreto como um totem, um amuleto, e sim um FATO SÍMBOLO, expresso num ritual com detalhes que ajudam a memorizar e concretizar um fato.
O pão sem fermento
O pão sem fermento simboliza as almas que saíram desapegadas dos valores materialistas e animistas do povo egípcio. Mas, pelo que se pode observar, muitas almas saíram "fermentadas", ou seja, apegadas aos valores egípcios, pois não tinham o Espirito verdadeiramente.
Aspectos acessórios
O Egito, ao fim das dez pragas, estava arruinado. Quem sobreviveu teve que conviver com a perda dos filhos mais velhos, com a falta de comida, e com um país vulnerável, pois quase a totalidade da elite de seus combatentes foi dizimada pelo Mar Vermelho.
Portanto, o cenário era o ESTAR SAINDO. Eles não estavam fugindo, mas Deus os tirou. Falando assim, afirma-se o poder de Deus, e não se aceita teses estapafúrdias de que:
- Eles foram saindo aos poucos;
- Eles foram expulsos pelos egípcios;
Deus os tirou, pois tinha jurado aos seus antepassados que isto aconteceria, é o PONTO PRINCIPAL. O novo contexto, ou seja, a nova morada dos Israelitas seria a hoje denominada Palestina. Esta nova terra apresentava uma série de povos desunidos, como os indígenas foram encontrados aqui no Brasil. Povos que moravam em cidades fortificadas e que lutavam entre si, não em busca de conquista, mas por puro INSTINTO BÉLICO.
Em outras palavras, a nação Israelita não nasceu para povoar o Egito, mas para povoar a região hoje denominada Palestina, uma terra boa e rica, de onde eles saberiam extrair a riqueza.
Os egípcios presenteavam quem ia embora, principalmente no caso dos Israelitas, que haviam provocado o envio das DEZ PRAGAS por parte de Deus. Portanto, não houve saída aos poucos. Os egípcios perseguiram os Israelitas, portanto não houve expulsão.
Ritual de comemoração
Como lembrança permanente do importante acontecimento de saída do Egito (protótipo da Salvação), todo ano, no mes de Abibe, os Israelitas deveriam comer Pão sem Fermento e contar aos seus filhos o que habia ocorrido.
E junto a este ato de contar (narrar) aos filhos a história desta salvação ocorrida no Êxodo. O Israelita devia adquirir o hábito de recitar e estudar a lei de Deus, junto com a narração dos fatos ocorridos na saída do Egito.
O significado do Ritual é INCORPORAR um SÍMBOLO não concreto como um totem, um amuleto, e sim um FATO SÍMBOLO, expresso num ritual com detalhes que ajudam a memorizar e concretizar um fato.
O pão sem fermento
O pão sem fermento simboliza as almas que saíram desapegadas dos valores materialistas e animistas do povo egípcio. Mas, pelo que se pode observar, muitas almas saíram "fermentadas", ou seja, apegadas aos valores egípcios, pois não tinham o Espirito verdadeiramente.
Aspectos acessórios
O Egito, ao fim das dez pragas, estava arruinado. Quem sobreviveu teve que conviver com a perda dos filhos mais velhos, com a falta de comida, e com um país vulnerável, pois quase a totalidade da elite de seus combatentes foi dizimada pelo Mar Vermelho.
sábado, 20 de agosto de 2011
O cérebro e Deus
Temos lido teses mirabolantes sobre "a geração da idéia de Deus" pelo cérebro.
Encontramos um artigo que fala sobre isto no link abaixo:
O cérebro e Deus
Encontramos um artigo que fala sobre isto no link abaixo:
O cérebro e Deus
sábado, 23 de julho de 2011
Silas Malafaia e o homossexualismo
O pastor Silas Malafaia é alguém polêmico, pragmático, audacioso e profundo.
Algo que ele disse hoje em um programa (não sabemos se era uma reprise) nos abriu os olhos.
Até a novela global das oito (que só começa bem depois das nove) tem feito apologia disfarçada do homossexualismo. Entendemos que esta "opção" deve ser tomada por quem já tem o impulso, a tendência, vocação, não sabemos, pois este característico inerente aos humanos NÃO FOI AINDA EXPLICADO COM PROFUNDIDADE.
Mas voltemos ao pastor Silas Malafaia. Ele disse algo muito interessante, e do que não nos damos conta, pois existe a pressão dos grupos gays em virtude da lei da homofobia que pode ser aprovada:
Vamos analisar a situação de liberdade de expressão apoiada pelo artigo 5º da constituição:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
...
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
...
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Interpretação até extrema desta liberdade é ter que tolerar até partidos de extrema direita defendendo coisas absurdas, como racismo, aborto e outros. Ou seja, liberdade de expressão é liberdade de se expressar. As idéias podem ser colocadas e refutadas ou corroboradas. Até manifestações contra os políticos em exercício do cargo, autoridades reconhecidas e legais, são permitidas! Por que o homossexualismo não pode ser questionado ? Os gays seriam melhores ou piores que os políticos ? Se os políticos tem a humildade de aceitar críticas, e estão no poder, por que os gays não podem aceitar ?
Mas então ouço este pastor dizer que a comunidade "gay" tentou cassar a licença de psicólogo dele junto ao Conselho de Psicologia. O que é isto ? Represália ? Ou seja, os gays podem se "livre expressar" mas o pastor não !?
Não precisamos dizer mais nada. É intolerância. Foi tal a "corda" dada a eles pelos veículos de imprensa e pelos veículos televisivos, que eles se sentiram no direito de exceder o próprio estado de direito em que vivem.
E o item I do artigo 5º, em vista do novo contexto social de tolerância, terá que sofrer alteração de redação, para admitir as condutas já observadas socialmente dos apenas dois sexos literalmente reconhecidos.
Este é o procedimento correto. Adaptar a Constituição ao contexto social, para que não haja hipocrisias e duplas interpretações, SEM ALTERAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Algo que ele disse hoje em um programa (não sabemos se era uma reprise) nos abriu os olhos.
Até a novela global das oito (que só começa bem depois das nove) tem feito apologia disfarçada do homossexualismo. Entendemos que esta "opção" deve ser tomada por quem já tem o impulso, a tendência, vocação, não sabemos, pois este característico inerente aos humanos NÃO FOI AINDA EXPLICADO COM PROFUNDIDADE.
Mas voltemos ao pastor Silas Malafaia. Ele disse algo muito interessante, e do que não nos damos conta, pois existe a pressão dos grupos gays em virtude da lei da homofobia que pode ser aprovada:
"Não existe grupo mais intolerante do que o dos gays"
Vamos analisar a situação de liberdade de expressão apoiada pelo artigo 5º da constituição:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
...
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
...
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
Interpretação até extrema desta liberdade é ter que tolerar até partidos de extrema direita defendendo coisas absurdas, como racismo, aborto e outros. Ou seja, liberdade de expressão é liberdade de se expressar. As idéias podem ser colocadas e refutadas ou corroboradas. Até manifestações contra os políticos em exercício do cargo, autoridades reconhecidas e legais, são permitidas! Por que o homossexualismo não pode ser questionado ? Os gays seriam melhores ou piores que os políticos ? Se os políticos tem a humildade de aceitar críticas, e estão no poder, por que os gays não podem aceitar ?
Mas então ouço este pastor dizer que a comunidade "gay" tentou cassar a licença de psicólogo dele junto ao Conselho de Psicologia. O que é isto ? Represália ? Ou seja, os gays podem se "livre expressar" mas o pastor não !?
Não precisamos dizer mais nada. É intolerância. Foi tal a "corda" dada a eles pelos veículos de imprensa e pelos veículos televisivos, que eles se sentiram no direito de exceder o próprio estado de direito em que vivem.
E o item I do artigo 5º, em vista do novo contexto social de tolerância, terá que sofrer alteração de redação, para admitir as condutas já observadas socialmente dos apenas dois sexos literalmente reconhecidos.
Este é o procedimento correto. Adaptar a Constituição ao contexto social, para que não haja hipocrisias e duplas interpretações, SEM ALTERAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Potestades estabelecidas por pessoas
O conceito de potestade é dificílimo de compreender para quem não está consciente da existência de um mundo espiritual.
Uma pessoa, vejam bem, uma pessoa sozinha pode criar uma Potestade à sua volta, fazê-la crescer, até perder o controle sobre ela, consequência sempre observada quando este processo começa.
Em um local de trabalho
A situação a seguir vai ilustrar com a clareza cristalina de um diamante como o processo de criação de uma Potestade pode se dar.
Um funcionário comum começa a atrair para si responsabilidades, num processo natural. O disparador para que estas responsabilidades se transformem é o fato de nele se despertar a consciência de que muita coisa agora depende dele. É a síndrome de Lúcifer ( o diabo): "na multiplicação de seu comércio ele se ensoberbeceu". O empregado se ilude, achando que tem poder. Seu líder, que foi largando tudo para este empregado, vê-se inteiramente dependente, e descansa, deixando tudo na mão desse.
O empregado tenta ainda atrair para si mais e mais poder, e então está formada uma potestade à sua volta. No entanto, a potestade o usa, até que não seja mais necessário, pois terá que entregar o poder a outro líder, logo que ache alguém ainda mais fácil de dominar.
A fraqueza da personalidade
O líder que se deixa influenciar e a quase se anular, é um comodista por excelência, omisso, preguiçoso e sem personalidade no diagnóstico final. É mais cômodo ele não se envolver, pois já tem um bobo que o faça (a princípio), e desta forma pode cuidar quase que inteiramente de sua vida pessoal. Seu cargo e salário está garantido. Existem alguns "mal-estares" em certas situações, pois ele passa a desconhecer o que envolve seu trabalho. Mas depois que sai das reuniões, e de receber uns cochichos de "incompetente" pelas costas, ele volta ao seu humor anterior.
O gerente, o chefe e o líder, devem impedir que empregados formem "zonas de influência" ao seu redor, pois no plano espiritual surgem entidades demoníacas que passam a exercer o controle.
Uma pessoa, vejam bem, uma pessoa sozinha pode criar uma Potestade à sua volta, fazê-la crescer, até perder o controle sobre ela, consequência sempre observada quando este processo começa.
Em um local de trabalho
A situação a seguir vai ilustrar com a clareza cristalina de um diamante como o processo de criação de uma Potestade pode se dar.
Um funcionário comum começa a atrair para si responsabilidades, num processo natural. O disparador para que estas responsabilidades se transformem é o fato de nele se despertar a consciência de que muita coisa agora depende dele. É a síndrome de Lúcifer ( o diabo): "na multiplicação de seu comércio ele se ensoberbeceu". O empregado se ilude, achando que tem poder. Seu líder, que foi largando tudo para este empregado, vê-se inteiramente dependente, e descansa, deixando tudo na mão desse.
O empregado tenta ainda atrair para si mais e mais poder, e então está formada uma potestade à sua volta. No entanto, a potestade o usa, até que não seja mais necessário, pois terá que entregar o poder a outro líder, logo que ache alguém ainda mais fácil de dominar.
A fraqueza da personalidade
O líder que se deixa influenciar e a quase se anular, é um comodista por excelência, omisso, preguiçoso e sem personalidade no diagnóstico final. É mais cômodo ele não se envolver, pois já tem um bobo que o faça (a princípio), e desta forma pode cuidar quase que inteiramente de sua vida pessoal. Seu cargo e salário está garantido. Existem alguns "mal-estares" em certas situações, pois ele passa a desconhecer o que envolve seu trabalho. Mas depois que sai das reuniões, e de receber uns cochichos de "incompetente" pelas costas, ele volta ao seu humor anterior.
O gerente, o chefe e o líder, devem impedir que empregados formem "zonas de influência" ao seu redor, pois no plano espiritual surgem entidades demoníacas que passam a exercer o controle.
Assinar:
Postagens (Atom)