terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Crer no Big-Bang é idolatria

Crer é um ato racional e factual, pois tudo o que gera resultados não pode ser uma ilusão. As pessoas que realmente creem, sem fingimento e sem engano, conseguem resultados. Conseguem se livrar de vícios e conseguem objetivos concretos.

Alguém disse, um dia, que o Universo veio de uma partícula fundamental, excessivamente densa, e gerou todo o Universo conhecido.

Aquele que crê em um mundo espiritual, crê num Criador. E este Criador é um espírito, coisa diversa e longe de algo material conhecido, que possa ser quantificado, que possa ser controlado e formalmente descrito por fórmulas. Se o Criador é puramente espiritual, ele gerou o mundo que vemos (ainda não direi material) e onde "acreditamos" que vivemos por meios espirituais.

Crer nesta "partícula original" é excluir um "Criador pessoa". É crer que um produto com um manual cheio de fórmulas criou a si mesmo. Isto não existe. Coisas não criam a si mesmas. Alguém poderia dizer que esta partícula não teve início, que ela sempre existiu. Mas se sempre existiu como partícula, e era coisa material, ela poderia "resolver" se transformar em outra coisa ?

Crescimento da pessoa e Sistemas

Se você já viveu um pouco, já percebeu que a característica da criatura que pensa é a constante mutação. Se hoje eu pensar por 5 minutos, já produzirei em mim uma mudança, uma melhora. A partícula do Big-Bang, se pensante fosse, não suportaria o estado extremo de pressão, de temperatura e de ausência de extensão. Seria apenas uma partícula teórica, de altíssima energia, energia esta que teria que vir de OUTRO LUGAR. Então não teríamos um Sistema Fechado, para poder analisar o Horizonte de Eventos prováveis.

Já o razoável seria um Sistema com um planejamento, feito por um Planejador, com as leis bem definidas e coerentes de transformação e de distribuição de energia, obedecendo ao princípio da sempre condução ao menor estado de energia (Lei da Entropia).

O Ser Humano é o Sistema mais bem planejado do Universo, pois agrega um Corpo Físico com Emoções, Sentimentos, Vontades e Objetivos. Os objetivos perfazem o componente mais enigmático e anti-material que existe. Hoje até podemos fazer um robô com sentimentos expressos como reflexo cognitivo, baseado na frase que um outro lhe fala. Mas produzir um robô com objetivos, só por meio de programação, e nisto entra um agente externo inteligente, um Criador, no caso o homem. 

Assim é o homem. Um ser cujo crescimento atende até mesmo às leis físicas. Ele nasce jovem com grande energia. Mas vai amadurecendo e aprendendo, com a experiência, a produzir bons resultados com o mínimo dispêndio de energia. O jovem gasta 5 tentativas para fazer algo produtivo. Já o homem maduro atinge seu objetivo com uma ou duas tentativas. O jovem erra, erra e erra. Depois erra de novo, e então consegue o resultado almejado. O homem amadurecido já passou por várias situações e tem mais recursos mentais para planejar algo eficaz.

A partícula

A partícula "inteligente" do Big-Bang teria que gerar as partículas fundamentais, aglomerá-las novamente, seguindo um critério inteligente, mas eu creio que, por semelhança, elas teriam a "memória" de que sua vocação é sempre explodir, e não baixar de energia. Toda reação é produzida por um elemento disparador. Isto de uma reação "auto-disparável" é anti-físico. As reações químicas envolvem os compostos e um catalisador e/ou ativador da reação. 

Se dois compostos são colocados lado a lado, sem reagir naturalmente, eles só poderão se combinar se houver uma ativação via entrada de energia no sistema. Ah, sim, mas o Big-Bang é uma reação ideal, onde um Sistema já nasce com um composto único e com energia. Se assim fosse, ele nasceria já reagindo, e não esperaria um momento "da sua vontade" para explodir.

E então chegamos a um ponto fundamental. Crer que tal partícula existe, em condições tão ideais e perfeitas, envolve uma FÉ daquele que participa de tal crença. Se eu já não crer de tal partícula, já terei estabelecido um Sistema de Antagonismo entre os que creem e entre os que não creem. E aos que creem na partícula eu interpretaria como "crentes da partícula".

A partícula inicial do Big-Bang é como um ídolo material ao quyal os seus crentes atribuem propriedades fantásticas, como a vontade e a decisão de explodir quando lhe convier, de explodir a si mesma, sendo que ao fazer isto ela "se mata".

O Criador

Crer no Big-Bang equivale a dizer aos alunos do curso de administração:

Não precisa planejar, os sistemas se fazem sozinhos. Você apenas precisa observá-los.

Significa dizer ao advogado:

Não é preciso regrar a conduta do cidadão. O sistema vai produzir leis sozinho.

Significa dizer ao dono do ferro-velho:

Coloca uma bomba no seu estabelecimento e faz ela explodir, e todas as peças se combinarão em carros, barcos, motocicletas ou aviões prontos. E se você tiver sorte, eles já sairão pintados e prontos para se usar.

O correto é pensar que o Administrador organiza um sistema de forma que ele funcione de acordo com princípios bem definidos. É pensar que existem os Legisladores que fazem as Leis, e não que as Leis se fazem por si só. É pensar que o mecânico precisa intervir nas peças de seu ferro-velho, limpá-las, lixá-las e ajustá-las, para gerar produtos úteis.

Conclusão

Se somos humanos, temos que crer em um tipo de criação organizada, assim como um embrião vai se organizando e crescendo, segundo uma "lei" muito bem estabelecida em nosso DNA. O embrião não explode e nem vem com a sua própria energia. Ele cresce ordenadamente, tirando energia dos nutrientes da sua mãe, que por sua vez tira nutrientes do ambiente. E este nutrientes, que lhe dão energia, também vem de embriões, em cujo princípio que enunciamos se repete, mostrando coerência.

Da desorganização jamais vem a ordem e sim mais desordem.

A partícula do Big-Bang é o ídolo dos sem-razão. Crer nela é ser materialista, e portanto idólatra.






segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A lógica dos demônios (espíritos imundos)

 

Características dos espíritos imundos


  • A principal é que eles perderam sua forma, após a queda de Lúcifer;

  • Como consequência dessa primeira, eles procuram corpos, sejam de humanos, sejam de animais, para sentirem prazer. A eles não interessa conservar a integridade destes corpos, pois não pertencem à sua identidade. Deixá-los destruídos é o seu objetivo principal, isto depois de fazê-los perder a sua alma;

  • A correspondência entre os espíritos imundos e os corpos não é, necessariamente, de um para um. Um corpo pode estar infestado por uma legião deles;

  • Existem espíritos imundos preguiçosos, violentos, obsessivos, lisonjeiros, vaidosos e hedonistas, e isto vai determinar os efeitos sobre os corpos que vão possuir:

    • Os preguiçosos habitam pessoas que, para nós, não incomodam ninguém, mas também não fazem o bem que teriam que fazer (a pessoa). Induzem a pessoa a achar tudo difícil, para que não estudem, não trabalhem e nem persigam algum objetivo;

    • Os violentos tem como vocação matar e destruir. Gostam das mentes com tendências psicóticas e as usam livremente. Gostam de entrar nos líderes, mas isto exige que ocupem postos hierárquicos altos nas esferas infernais, ou seja, poder não é pra qualquer um;

    • Os obsessivos dificultam os trabalhos e os projetos, chegando a inviabilizá-los, pois nunca o trabalho está bom. Assim, o bem que o projeto poderia trazer não vem, pois este tipo de espírito o impede;

    • Os lisonjeiros formam um grupo destinado a alimentar os vaidosos, para destruí-los;

    • Os vaidosos almejam e chegam a destruir a pessoa, pois são tantos os elogios que ela esquece que é só um ser humano. E um dos meios de destruição é incutir na pessoa o desejo de mudar de sexo. O outro meio é promover a fama do hospedeiro, para propagar mais e mais os valores pregados pelo Diabo;

    • Os hedonistas são os mais numerosos. Seu objetivo mais direto é possui um corpo. E para continuar nele aproximam a pessoa dos vícios. O vício enfraquece a vontade do hospedeiro. Eles sabem que isto vai destruir o corpo habitado, no entanto sabem que depois é só procurar outro corpo.

  • Espíritos imundos tem suas ordens, e se descumprirem estas são punidos, aprisionados ou destruídos;

  • Os espíritos imundos tem que ter permissão de Deus para entrar na vida de uma pessoa, como nos ensina o livro de Jó;

  • Estes espíritos tem que obedecer as ordens de pessoas que estão com o Espírito de Deus, pois a Autoridade de Deus está sobre eles. Ordem espiritual tem que ser obedecida;

  • Assim como o Diabo, o espírito imundo sabe que está condenado. Apenas vem adiando a pena.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Por que Tarde, e não Noite ? Gênesis 1

 

Por que Tarde, e não Noite ?


O livro do Gênesis é o pilar da Bíblia. Sendo ele a narrativa das origens do Universo (e não somente da Terra), é como se fosse a introdução de um romance, de uma epopeia. Se tirarmos o Gênesis da Bíblia, derrubamos toda a Infraestrutura da fé judaico-cristã.


Narrado em hebraico, este livro feito para judeus tem a forma de narrativa apenas compreendida, em sua inteireza, por judeus. Se um cristão deseja professar e seguir a fé em Jesus, terá que reconhecer Este último como fruto de uma promessa de profecia da fé judaica. Ele é o Messias prometido. As interpretações bíblicas de um cristão devem seguir, quando analisam eventos do Velho Testamento, o pensamento judaico, e nunca o tipo de pensamento moderno, afastado em mais de 6000 anos dos eventos que cercaram o início do trabalho das narrativas bíblicas (não confunda com o início da história humana).


Ao final do verso 1:5 do Gênesis, ao marcar o fim do primeiro dia, o cronista hebreu diz, segundo o texto hebraico:


“E ocorreu o entardecer e ocorreu a manhã, o primeiro dia”.


Por que o cronista não diz”


“E ocorreu a noite e ocorreu a manhã, o primeiro dia” ?

Universo em mutação

Vamos conhecer as condições do planeta Terra, segundo a própria Bíblia, naqueles tempos. Algo que você deve ter SEMPRE em mente, quanto aos eventos passados é:


NÃO PODEMOS NOS BASEAR NAS COISAS PRESENTES PARA AFIRMAR ISSO OU AQUILO A RESPEITO DO PASSADO.


Isto quer dizer, por exemplo, que se hoje temos uma atmosfera com a composição avaliada pelas medições de hoje, não quer dizer que a atmosfera era a mesma nos tempos bíblicos. Se hoje temos uma espécie animal, não quer dizer que ela existia naquele tempo passado. Se temos alguma evidência registrada em forma escrita ou na tradição verbal, de espécies animais exóticas, ou de fenômenos que hoje não mais existem, não podemos ignorar e dizer que tais animais ou tais fenômenos nunca ocorreram. Se hoje temos um campo magnético com determinada magnitude, não quer dizer que no passado ele tinha a mesma magnitude e não podemos afirmar sequer que ele existia obrigatoriamente naquele tempo passado.


Se há uma lei predominante em nosso Universo, esta lei é: “Tudo se altera com o tempo, para mais ou para menos”. A Terra não tinha a conformação que temos hoje. Os planetas estão se afastando do centro de nossa galáxia. Será que a velocidade da Luz foi sempre a mesma ? Será que a Terra sempre teve um campo magnético ? Será que a camada de ozônio sempre existiu ? Será que a concentração de ozônio sempre foi a mesma ?


Se não tivermos a mente aberta, não cumpriremos a nossa vocação de seres racionais, com capacidade investigativa. O mundo de hoje não é o mesmo de 10 mil anos atrás.



Explorando nosso problema

Voltemos ao nosso questionamento. Por que o cronista bíblico diz:


“E ocorreu o entardecer e ocorreu a manhã, o primeiro dia”


Vamos procurar a resposta, com muita atenção, na própria escritura, no ponto onde é feita a narrativa da Criação do Universo e da Terra:


E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.

Gênesis 1:7


Esta expansão é aquilo que entendemos hoje como a atmosfera, dividida, para fins didáticos e científicos nas conhecidas camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera. Ela é que protege a superfície terrestre e os seres que nela vivem das condições adversas do espaço, povoado por raios gama do sol, meteoros, meteoritos e outros tipos de emissão radioativas e corpos celestes errantes.


Como dissemos, não podemos encarar a atmosfera de milênios atrás, antes do dilúvio, com a atmosfera de hoje. Vejam uma referência direta à esta água acima da “expansão”, em Gênesis 7:11:


No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram,

Gênesis 7:11


A expressão metafórica “e as janelas dos céus se abriram” denota um evento catastrófico que se abateu sobre a terra, a ponto de provocar uma chuva contínua de 40 dias e 40 noites sobre a Terra. Uma simples chuva de 105 mm em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, em nosso Brasil, durante um dia inteiro, provoca os efeitos devastadores já conhecidos, enchendo os rios, inundando casas, levando os veículos como se fossem feitos de plástico e chegam a atingir e até ultrapassar o nível das janelas em quase a sua inteireza.


Mas preste a atenção, e procure estabelecer as diferenças entre o Dilúvio e uma chuva nas condições de hoje. Não se menciona nuvens. Se existissem, seriam nomeadas, já que sendo elas comuns à nossa vida presente, já teriam nome na língua do cronista. O que é muito comum sempre já é apontado por um nome. Ele fala de árvores, dias, aves, répteis, gado (não fala animais, mas já cita uma categoria específica), mas não fala “as nuvens se ajuntaram em aspecto ameaçador, prenunciando chuva mais forte do que o normal”. Não houve uma preparação.

Fórmula do Volume da “Casca” da esfera

V = 4/3*Π*h*(h2 + 3*Rterra2/h)


Onde h é a altura da “casca” e Rterra é o raio do planeta.




Quanto teria chovido ?


Se você conhece um pouco de geometria, eu proponho um cálculo simples. Apesar da terra não ser exatamente esférica, calcule o volume total de água contido em uma fina camada de apenas 10 cm de uma “casca” em torno do nosso planeta. O volume de água de uma casca de apenas 10 cm de espessura na altura das nuvens (4 km ou 4000 m de altura) perfaz:


1700214900000000 m3


O volume total de nossos oceanos é de:


1332000000000000 m3


Ou seja, o volume de uma fina camada de 10 cm de espessura de nuvens completamente líquidas seria de:


1700214900000000/1332000000000000*100 = 127,64 %


isto significa que a nossa fina camada de nuvens, quase desprezível, representaria mais do que o volume dos oceanos (ultrapassaria em 27% o volume dos oceanos), suficiente para cobrir os montes, como narrado na Bíblia:


 |Gênesis 7:19|Prevaleceram as águas excessivamente sobre a terra e cobriram todos os altos montes que havia debaixo do céu.


Para você que ficou embasbacado, perplexo com este cálculo, isto se deve ao fato de que os volumes crescem em proporção cúbica. Uma esfera, mesmo pequena, pode conter litros de água em seu interior. Imagine a terra, com seu raio de 6371 km ou 6371000 m.


Vejam bem; apenas uma finíssima camada de 10 cm de água. Mas a espessura, em forma de nuvens, que se constituem de vapor de água, é muito maior em virtude da densidade do vapor de água dentro destas nuvens. A nuvem de chuva tem 0,5 gramas de água por metro cúbico, o que nos leva à conclusão de que o volume de vapor seria de 1000 litros (decímetros cúbicos) por 0,5 gramas, ou seja, 2000 litros por grama, ou 2 m3 (2000 dm3) por grama de vapor.


Se 1 litro de água (e não vapor) pesa 1 Kg, ou seja, 1000 gramas, uma grama de água corresponde a 0,001 litros ou 0,001 dm3 (decímetros cúbicos), ou 0,000001 m3//g. Como a densidade do vapor é a metade disto, em milésimos (são precisos 2 m3 de vapor para perfazer 1 g), ainda dividimos este número por 2000 (0,000001/2000 = 0,0000000005). Ou seja, O volume que achamos deveria ser multiplicado por este número. Como as dimensões de volume variam na razão da razão da raiz cúbica do volume, grosseiramente, poderíamos ter uma altura de nuvem usando o multiplicador 0,0000000005^1/3 = 0,0007937, ou seja, a camada de 10 cm de água representaria uma camada de nuvem de aproximadamente 12600 cm, ou 126 m de altura.


Uma nuvem do tipo cumulus nimbus (de chuva) pode ter incríveis 29000 metros. Não estamos dizendo que ela fica a 29000 do solo, e sim que sua altura, da base até o topo, pode ter 29 km. E isto devido à baixíssima densidade de água em seu interior. Portanto, nossas estimativas foram bem abaixo do real. A chuva que caiu sobre a terra, no dilúvio, foi estrondosamente maior do que a nossa suposição (acima dos 27% do volume de água dos oceanos).

Se achamos, em nosso cálculos ingênuos, uma altura de 126 metros, e o valor real fosse de 10000 metros (por baixo), a espessura proporcional, em termos de água, daquela camada a 4000 metros de altura do solo, deveria ser (10000/126) vezes maior, ou seja, 10cm x 10000/126 = 793,65 cm = 7,9365 metros.


Portanto, deveríamos considerar uma camada de água de quase 8 metros de altura, e ainda seria uma estimativa abaixo do que realmente foi. Usando as propriedades de volume, e considerando que uma dimensão aumentou em 79,365 vezes, o volume deveria aumentar em 79,365^3, ou seja, 499,9 vezes:


1700214900000000 m3 x 499,9 = 849937420000000000 m3


E a razão para o volume dos oceanos seria de:


849937420000000000/ 1332000000000000*100 = 638,09 %


Nossas estimativas nos levam a crer que o volume de água do dilúvio foi de 6 vezes o volume dos oceanos terrestres, usando o volume da conformação atual do nosso planeta. Isto por estimativas abaixo do real. O volume foi bem maior, pois subestimamos a altura total das nuvens do cúmulus nimbus.


Se desejar, refaça os cálculos com a verdadeira altura de 29000 metros, com a fórmula

Conclusão

Esta camada de, pelo menos, 7 metros de água (7* 10000/126 = 555,56 metros de vapor em estimativas por baixo) protegia e provocava a dispersão da luz do sol por todo o planeta, fazendo com que, mesmo com o sol do lado oposto à região onde o homem vivia, seus raios chegassem, por reflexão total ou difração, iluminando de forma tênue a noite daqueles primeiros homens.


Hoje, temos apenas camadas de ar nos protegendo na atmosfera, e não mais um vapor de água de quase meio quilômetro (em estimativas subdimensionadas), como no passado.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Quem é o Criador ? Quem criou Deus ?

Pergunta de quem pensa logicamente:

Se Deus criou o Universo, Quem criou Deus ?

Vamos ser tão materialistas quanto são os materialistas. Vamos propor dois modelos lógicos para TENTAR compreender a relação entre um deus e o Universo que Ele cria. Alguém pode se levantar, querer dar uma de esperto, e perguntar:

Mas e se este deus não quiser criar nada ?

Aqui vamos tratar de deuses não preguiçosos, ou seja, daqueles que querem exercer o seu poder.

Deuses que são criados por outros

Vamos ser mecanicistas como são os materialistas, que creem numa cadeia de "deus que cria outro deus", ou seja, partilhar do pensamento de quem acha que se existe um "ALGUÉM", mesmo sendo um deus, ele deve ser obrigatoriamente criado por outro "ALGUÉM", que deve ter o poder de um deus.

Vejamos dois modelos possíveis:

1) Modelo hierárquico - deuses se sucedem em seus Universos criados, criando um deus, cada um por sua vez, e este outro criando outro Universo:


2) Modelo paralelo - Um Criador cria outros, cada um criando seu Universo:

Este modelo deve ser o mais pacífico, pois os Universos não se encontram.

O Criador Final

Vamos perceber algo que deve ter passado de liso. Em ambos os modelos, um deus cria o outro. Mas o que cria um deus deve ser mais poderoso que o deus que ele mesmo cria.

Ora, então o primeiro (e deve existir um, nestas cadeias) é o mais poderoso de todos. Um deus criado por outro não pode ser mais poderoso que aquele que o criou. E o deus criador de deuses deve ser esperto o bastante para, por precaução, CRIAR SEMPRE UM DEUS MAIS FRACO DO QUE ELE.

Então, a seguir qualquer um dos modelos, vamos retroceder na cadeia de deuses, sempre procurando o deus criador do anterior mas, inevitavelmente, TEREMOS QUE CHEGAR EM UM ÚLTIMO DEUS, senão o materialista estaria admitindo o INFINITO.

Ora, então, ao chegar no Criador N, o último, acabamos de ter nas mãos o Deus que tanto procuramos.

Conclusão

Admitidos ambos os modelos baseados no "deus que cria outro deus", chegamos ao Deus de que as pessoas falam ser o último e verdadeiro.

















segunda-feira, 24 de junho de 2019

O conceito de Espírito e o conceito de número

O que nos impede de avançar, em nosso raciocínio de vida, é o nosso excessivo apego ao mundo material.

Mas existiram sábios que transcenderam esta fronteira, em sua necessidade de expressar as quantidades em um SISTEMA FILOSÓFICO FORMAL. Veja só. Quantidades são expressões obrigatórias de itens materiais, ou seja, a filosofia evoluiu a partir de uma busca por descrever a quantificação do que existe no mundo material.

Bem profundo

A MATÉRIA, a substância, pertence exclusivamente ao mundo material. Mas a QUANTIDADE DE MATÉRIA pertence à esfera do ABSTRATO. Ah, sim, o Abstrato. O que é isso ?

Ora, ora, os homens mergulharam na filosofia e acharam uma solução para dizer se um tanto Algo é mais ou menos do que outro tanto de Algo, acharam por bem chamar a isto de Quantidade, expressaram esta Quantidade criando uma entidade abstrata chamada Número, construíram a matemática, e o seu útil e preciso formalismo, que proporcionou enorme progresso técnico para o mundo.

Muito capaz é o homem. Algum de vocês já achou um número, não o numeral (representação gráfica do número), mas o número em si ?

O número é puramente um conceito humano. Uma teoria, que aplicada, no entanto, produz resultados incrivelmente corretos. Criamos áreas, volumes, diferenciais, integrais e fórmulas ultra complexas. Agimos como Criadores de um mundo.

Conhecem alguém que tenha criado algo grandioso ? Este planeta Terra, onde você mora, com uma enorme estrela luminosa que o aquece durante o dia, e um planetoide bem menor que reflete a luz do Sol a noite. Teve um Criador. Se o conceito de número teve um Criador, tudo o que existe teve algum Criador.

Ordem

Uma pessoa que desconhecesse a história da Matemática e dos números poderia dizer que o Número sempre existiu. Uma pessoa ignorante poderia dizer isto. Mas uma que houvesse lido a respeito não diria tamanha besteira.

Como os Números e a Matemática contém um forte princípio de Ordem, o Sistema Solar (limitando nosso conjunto material) e seus planetas apresentam uma Ordem natural rígida, benéfica, perceptível e até passível de ser formalizada matematicamente. Órbitas elípticas, tempo de translação calculável e repetitivo. E dentro do planeta Terra as plantas e seres apresentam formas que expressam uma repetição de formalismos matemáticos. O Universo tem ordem. A matemática incorporou os formalismos que representam esta ordem.

Temos um ano com 365,25 dias, que vem se repetindo desde que o primeiro matemático o descobriu.

Coerência

Assim como produzimos formalismos para as abstrações de que necessitamos para levar a nossa luta pela sobrevivência para frente, o Criador produziu o Universo que conhecemos. O mais longe que um homem foi neste Universo se limita à Lua. Em uns 10 mil anos de história humana registrada em livros, só fomos até ALI. Só que existem estrelas e galáxias aos milhões.

Então perceba, se você vislumbra algo bem maior do que o seu domínio de raciocínio (o Universo), e ainda não chegou lá, pois as distâncias até excedem o seu tempo de vida, mesmo viajando à velocidade da luz, existe um Criador muito mais capaz do que você.

E se a sua raça, sua ascendência, criou algo tão complexo como os números e a matemática, Aquele que te criou é infinitamente mais capaz do que você, pois CRIOU ALGUÉM QUE TAMBÉM É CAPAZ DE CRIAR, mesmo numa escala menor.

O Tempo

Percebemos o Tempo pela velhice ou pelo desgaste natural dos bens materiais. Novamente o mundo material revela um elemento abstrato.

Em termos de expressão de quantidade, o Tempo é uma abstração "ainda mais abstrata". Uma quantidade de pregos, que será expressa por um número, ainda pode ser percebida por um punhado deles que pegamos em nossas mãos. Mas e quanto ao Tempo. VOCÊ JÁ PEGOU 4 DIAS EM SUAS MÃOS, para ter uma ideia do que esta quantidade de tempo representa ? Já catou 10 minutos na palma de suas mãos ?

Você pode medir o tempo por uma abstração, mas nem de longe pode tocá-lo. O homem criou esta abstração, para algo impalpável que o Criador do Universo criou antes. E Einstein ainda disse que a matéria sofre transformações em altas velocidades (próximas da velocidade da luz).

O Espírito

Existe uma matemática para se chegar às verdades Espirituais ?

Existe. O primeiro formalismo palpável para o ser humano foram as Leis de Moisés.  O Criador se revelou formalmente ao povo que recebe hoje a denominação de Judeu. Os livros religiosos de outros povos apresentam formas de maniqueísmo, panteísmo e outras fantasias, no entanto em nenhum deles aparece esse Deus que se define como "EU SOU O QUE SOU".

Para compreender isto, suponhamos que um aluno resistente não queira aprender matemática e te diga:

"Esse tal de número não existe. Como é que o professor quer me ensinar a usar uma coisa que não vejo e nem posso tocar ?"

Estão percebendo a semelhança do grande Deus e do número abstrato ?

Aqueles que não querem aceitar a Deus dão esta desculpa esfarrapada de que não podem tocá-lo. Mas todo mundo faz uma operação matemática para saber quanto recebeu no salário ou na devolução de um empréstimo que fez à alguém. Nesta hora ninguém pergunta se o tal do número existe ou não.

Conclusão

Perceba e medite bem sobre o que se disse aqui. Você não é o pouco que se imagina, em seus momentos de derrota ou depressão. Você é criatura de um Criador, e pela sentença dita no livro de Gênesis, é imagem e semelhança de um Criador de enorme poder.

Você não é uma coisa atoa. Você tem dentro de si a capacidade de Criador, em menor escala, mas o tem. E não pode menosprezar a chance que tem de expressá-la, durante a sua curta vida.

Compreenda que aquilo que você chama de ciência só estabelece um contorno em volta daquilo que o Criador encheu de detalhes aos quais a raça humana ainda vai demorar milênios para penetrar.



quinta-feira, 6 de junho de 2019

Você precisa ler a Bíblia como se fosse um deus

Leitura é algo que está meio distante das pessoas da era do Youtube, Facebook, Whatsapp, Twitter e outras modalidades de redes sociais. Escrita se encontra ainda mais longe do terreno de especulações das pessoas, do que a leitura.

Dono da história

Pense bem, o autor de um livro de ficção é o dono da história que escreve. Ele cria personagens, dirige suas vidas e até os elimina, sem nenhuma dó, explicando ou não porque o fez. Os personagens são propriedades dele, e ele dispõe de suas vidas como bem quer.

Quem é o "dono" da história bíblica ? O dono declarado pelo escritor humano é Deus. No Gênesis ele diz, várias vezes:

"E disse Deus"

Em primeiro lugar, como diferença para um livro comum, o escritor não é o próprio dono da história. Se um deus escrevesse um livro, ele seria incompreensível, pois estaria falando do cotidiano de um deus, algo inalcançável para nós. E como complemento desta característica única da Bíblia, o "dono da história" pede para que façamos a leitura não apenas como homens, mas pensando como o próprio Deus pensa.

Quer ver um exemplo ?

A Bíblia diz:

"Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança."

Eu pergunto:

Qual é a imagem de Deus ? Que semelhança existe entre o  homem e Deus ?

A brincadeira com bonecos

Voltemos à sua infância, caro leitor. Lembra-se de quando brincava com bonecos ou soldadinhos ? E as meninas, lembram-se quando brincavam com suas bonecas ?

Nós é que dávamos vida a estes entes inanimados. Nós falávamos por eles. Havia momentos em que realmente pensávamos que eles tinham vida. Esta é apenas uma das semelhanças que guardamos quanto a Deus. Temos dentro de nós este desejo de sermos donos da situação, donos da verdade, donos da nossa vida, e alguns tem até o desejo de serem donos da vida dos outros.

Os modernos Reality Shows mostram a nossa outra faceta, que é o desejo de saber o que se passa por detrás das paredes que são colocadas à nossa frente. Temos esta curiosidade, a curiosidade que Eva teve, e que nos jogou neste estado em que estamos.

Os meninos, quando brincam com seus soldadinhos ou bonecos, enchem estes de vida, e passam horas a se divertir com eles a ponto de quase ficarem presos a este tipo de brincadeira, do qual são tirados a custa de muito esforço contra a birra que fazem, por não querer largar esta atividade divina, que é CONTROLAR A VIDA DOS OUTROS.

Como se pode ler a Bíblia

Diante disto, constatando a nossa vocação, temos que ler um livro cujo autor foi guiado por Deus com uma mente e disposição de alguém que nasceu semelhante a este Deus.

Você se espanta ou se escandaliza com a criação do mundo ? Você fazia exatamente o mesmo brincando com seus bonecos, sendo eles de cartolina, pano, plástico ou madeira. É preciso entrar na mente de um deus para compreender coisas como: "Faça-se a luz".

Você nasceu com a vocação de ser um deus. Um empresário, que tem dezenas de pessoas trabalhando para si, é quase um deus. Sua ação sobre as coisas promove riqueza e sustenta financeiramente as pessoas. Ele faz um milagre de multiplicação.

Portanto, imagine os milagres da Bíblia como os fatos inusitados que você poderia narrar em uma história que você mesmo produzisse. Você é o dono dela, e pode fazer o que quiser.

Deus criador

Muito se fala sobre criatividade, e existem até cursos para se orientar a pessoa a ter uma mente criativa. Um autor cria personagens, e lhes dá vida. Você foi criado assim, só que com carne e osso. Você AINDA tem limitações nesta vida. Para Deus, isto é fácil.

Um personagem de um livro tem comportamemntos que o autor determina. Ele pode até desenhar o personagem, mas não conseguirá colocar nele a complexidade de órgãos que o nosso Criador divino colocou em nós. Esta é mais uma limitação humana.

Compreenda que estas características humanas que mostramos, limitadas, em Deus ficam muito mais poderosas.

Raciocinando desta forma, sua mente pode ter um vislumbre do que pode Deus.

domingo, 16 de setembro de 2018

A Religião e o Materialismo dialético

O leitor nos diga, por que um dos maiores expoentes da doutrina socialista, que construiu o tema "Materialismo Dialético", e que vê a Religião como "ópio do povo", era judeu, ou seja, do povo que mais preza o Deus do judaísmo, e que derivou para o cristianismo. Qual é a razão ?

Bem, isto é apenas uma introdução, o verdadeiro tema aqui é o tal "Materialismo Dialético". O que é ...

Materialismo Dialético

O homem é um eterno QUESTIONADOR DE SEU DESTINO. Uns dizem que a vida de cada um é fruto de planejamento cuidadoso de uma "entidade superior". Outros dizem que o meio e as interações sociais é que constroem a vida dos indivíduos.

O que é o Materialismo Dialético em sua base radical ?

O Materialismo Dialético é uma doutrina que tenta explicar todos os fenômenos mentais, sociais e naturais com base na matéria.

Vamos mergulhar na doutrina, sem tecer comentários, por hora.

Entenda que a definição é excessivamente resumida, e realmente quer inserir os fenômenos nas relações construídas e tecidas quando se olha para a sociedade sob o ponto de vista da produção. Karl Marx, o teórico da matéria em questão estava preocupado com o trabalho, aliás profundamente imerso nesta preocupação.

Sob outro ponto de vista, Karl Marx afirma que a história da sociedade se constrói com base na Economia, na Produção e no Trabalho. Esta ótica foi construída com base na observação das relações de trabalho na Inglaterra, por este autor, no século XVIII. E um dos fatos chocantes nestas relações era o trabalho infantil.

A Revolução Industrial

Vamos nos ater à fase que vai de 1760 a 1860 (100 anos), em seu berço: a Inglaterra. O surgimento das máquinas aumenta a produção fabril e consequentemente o rendimento do trabalho humano. Ou seja, foi um fenômeno Inglês, por excelência, que colocou este país 50 anos à frente de seus "irmãos" europeus, que ainda estavam restritos a uma produção com base na manufatura.

Para funcionamento das máquinas, a Inglaterra dispunha do combustível necessário: enormes reservas de carvão.

Este progresso significativo ajudou a promover o processo de Colonização inglês na África e Ásia, ajudando a construir o Imperialismo Inglês.

Ou seja, uma vez que o governo inglês experimentou esta prosperidade que possibilitava o avanço sobre outras terras, é claro que ele não iria voltar atrás, e envidaria todos os esforços não só para efetivar as indústrias, como para aumentar a produção e as relações comerciais para prosseguir em suas conquistas. O objetivo não era a subsistência, mas o crescimento, o domínio de outras nações, imposição de sua cultura, etc.

Produção agrícola na Inglaterra do século XVIII

De onde veio a mão de obra, para trabalhar nas máquinas, e para suscitar as relações que inspiraram Karl Marx ? Esta mão de obra veio das áreas rurais. O primeiro fator que disparou o aumento da mão de obra e fenômenos posteriores foi o natural crescimento populacional.

Vamos retroceder ao século XVI (anos 1500 a 1599) neste mesmo país. O parlamento inglês edita os "Enclosure Acts" no campo. Neste ponto, a Inglaterra se parecia muito com o Brasil, pois estes atos só "pegaram" no século XVIII, após sucessivas tentativas dos reis ingleses de torná-los realidade. Os agentes da coroa chegavam a uma propriedade e pediam os documentos que atestavam a propriedade dos ocupantes. Como a coroa ainda não havia dado tais títulos aos moradores, eles obviamente não os tinham, e tinham que sair da terra. Tais atos como que "privatizaram" as terras do reino na mão de poderosos senhores locais. Ou seja, quem tinha capital e estava perto o suficiente do rei "ganhava" a posse de terras, pagando o que só estes senhores tinham condição de pagar.

Percebam que no problema apresentado o que provocou o fenômeno não foi o Trabalho, e sim a propriedade e os fins estratégicos que se apresentavam. A persistir o modo de vida feudal, a terra ficaria esgotada, a subsistência ameaçada, a saúde em perigo e a própria Inglaterra, e os estados feudais por extensão, falida e arrasada.

Na era feudal, na Inglaterra, pelo menos, os camponeses utilizavam a terra praticamente para subsistência. Com estes atos de cerceamento (enclosures) as propriedades passaram a ter uma alternância de cultivo de cereais, tubérculos (batata) e gramíneas. Estas últimas eram a estrutura agrícola para o pastoreio das ovelhas, fonte da lã. Junto com o carvão e ferro os pilares da Revolução industrial.

Os "cerceamentos" fizeram com que os camponeses migrassem para as cidades e até para as colônias inglesas pelo mundo. No campo, era preciso menos gente, pois os grandes proprietários queriam reduzir a mão de obra do campo. E esta mão de obra foi procurar ocupação, a qualquer preço, nas cidades.

O que Karl Marx via

E foi neste contexto que nasceu a obra de Karl Marx. Karl Marx nasceu numa região de vinhedos (Vale do Mosela-Alemanha). Karl Marx viveu sempre à beira da falência, até encontrar em Friederich Engels o seu financiador. Posteriormente se mudou para Londres. Junto a Engels alternou suas ocupações em Jornais e Gazetas. Marx NUNCA entrou em uma fábrica. Ele chegou a dormir nas ruas, em Londres, devido ao desemprego e ao alto custo de vida. Um paradoxo comum em regiões que estão começando um surto desenvolvimentista. A mão de obra converge toda para um foco produtivo, e faltam gêneros para subsistência. A falta desses gera a alta dos preços.

É revelador o fato de que o homem que pretendia determinar os rumos da economia de seu país não conseguisse manter seu próprio sustento, já que tinha profissão que não o submetia ao esforço físico daqueles sobre os quais falava. Ele não tinha talento empreendedor.

Acrescente-se o ingrediente de que a profissão de jornalista é excessivamente crítica, e veremos a motivação de Karl Marx para os seus trabalhos. Seu sentimento era de REVOLTA contra o estado de coisas.

O que existe hoje ?

Hoje, vemos um Brasil "sufocado" por Sindicatos. Temos um custo de mão de obra mais alto que outros países em virtude disto, e também um repúdio a estas instituições, que só sabem usar o dinheiro do trabalhador para fazer política. As sedes dos sindicatos, como a TV mostrou, para todos verem, são verdadeiros palácios. Até a reforma das leis trabalhistas, excetuando dois estados brasileiros, o trabalhador ganhava quase 90 % das causas. O Brasil é o campeão de causas trabalhistas no mundo, segundo a FEA-USP, com 3,9 milhões POR ANO. O segundo é a Alemanha com 593 mil POR ANO.

Em termos de produção, temos uma indústria que produz, complementada por importações a baixíssimo preço da China. Os roubos ao Erário Público, no entanto, por esta quadrilha de políticos que se instalou no país, é que anulam o benefício gerado pela produção, bem como uma infra-estrutura de transportes ineficiente.

Nossa história foi ditada por economia ?

Em todas as fases históricas do nosso planeta, constatamos que as nações sobreviveram, TANTO QUE ESTOU AQUI HOJE PARA ESCREVER TAL COISA. E levando em conta que:

  • Pessoas do seio da sociedade se engajam na economia, transformando-se em empresários;
  • O progresso da ciência gera tecnologia;
  • A tecnologia traz a viabilidade para construção de máquinas;
  • A tecnologia traz a viabilidade de se produzir energia para estas máquinas;
  • A produção agrícola e a pecuária, junto com a extração mineral traz a matéria prima para as máquinas processarem;
  • O capital financia a aquisição de máquinas pelos empresários;

Vejo, em todos os tempos, que sempre existiu Tecnologia, do arado à turbina de aviões. A terra SEMPRE esteve ai para ser explorada, bem como as minas. As quedas d'água e o carvão, bem como o petróleo SEMPRE estiveram aí, para serem utilizados. Sempre surgiram pessoas empreendedoras, em todos os tempos. Sempre existiram trabalhadores, desde a Assíria até os dias de hoje.

Como diz a letra da música de Belchior "Somos sempre os mesmos e vivemos como os nossos pais". Sempre existirá o preguiçoso, o trabalhador e o empreendedor.

Portanto, sem nem mesmo tocar no mundo espiritual, constatamos que o Materialismo Dialético é uma farsa de um jornalista frustrado, incapaz de gerir suas finanças individuais, e que por isto, mesmo sendo judeu, quis excluir o seu Deus da história.

O dito progresso social humano, em função da Economia nunca se deu. Continuamos com os mesmos problemas de racismo e xenofobia (Europa e EUA), guerras regionais e intolerância (Oriente Médio, Oriente Próximo e África).

Se a economia progrediu, aumentando o PIB dos países, por que o problema humano não foi resolvido ? Por que ricos são os que mais sofrem de depressão, tem inveja, muitos são agressivos e outros torram suas fortunas em mesas de jogo. Não devcríam estar socialmente em um alto grau de evolução filosófico-espiritual ?

O que diz a Bíblia

A Bíblia diz que "Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come só legumes -Romanos 14:2". Ou seja, estendendo o versículo além da fé, uns vieram para trabalhar e talvez empreenderem, outros já vieram prontos para empreender, como Bill Gates, Rockfeller, Thomas Edison, Henry Ford, Donald Trump, etc.

Também diz "Vai ter com a formiga, preguiçoso! Observa o seu comportamento e aprende! Ainda que não tenha nem chefe, nem governador, nem superior, contudo sabe que deve trabalhar bem no Verão, juntando alimento em vistas do Inverno. Prov 6:8"

Em todo a Lei Mosaica, são observadas as penalidades para quem prejudica a propriedade privada de outrem. Basta ler para comprovar. As coletas e repartições constantes no Novo Testamento são apenas o prenúncio do que ocorrerá na Vida Eterna, POIS EXTINTA A ANSIEDADE PELA SOBREVIVÊNCIA, caem por terra as perversidades dos corações dos seres.

Mas antes, aqui na Terra, no mundo que exige a luta pela sobrevivência, é preciso que o homem se recuse a passar por cima do outro para sobreviver.

E ainda, como Deus é artífice extraordinário e completo da palavra, Deus ainda associou o desamor ao trabalho com o desprezo pela autoridade "".

E finalmente, este Marx disse: "A religião é o ópio do povo". Sim, mas quando o olho arde, a perna falha, o cancer se instala, o parente fica doente, para onde vai o homem ? Para uma igreja, pedir misericórdia.

O Reino de Deus

O Reino de Deus não é comida e nem bebida. Não é um lugar com um alto PIB ou sem analfabetismo, ou onde todos tem o carro do ano. É um Reino onde a pessoa estará satisfeita por estar na presença constante e sensível de Deus.

Conclusão

Karl Marx foi um grande canalha, apóstata de sua própria fé, que encontrou vazão para a sua soberba, querendo fundar uma nova doutrina de mundo, nesta doença chamada Socialismo Marxista, cujo teste fracassou na extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, mas que encontrou COMO SEMPRE guarida no interior da alma do brasileiro. O Brasil acolhe muito bem imigrantes, visitantes e qualquer um que aqui deseje viver. Mas, pelo lado nefasto, acolhe as ideias imbecis, já desgastadas e fracassadas, dos seus países criadores, quando estes já as jogaram no lixo.

Repito, Karl Marx foi um canalha apóstata e desprezível.