domingo, 25 de novembro de 2012

Genealogia Bíblica até Jacó

Até hoje não achamos um diagrama claro e corretamente feito nos livros ou na Internet. A maior parte deles é muito fragmentado e alguns até chegam a citar que os primeiros anos (antes do dilúvio) estão contados de forma literal (800 ou 900 anos de vida de patriarcas) e que não correspondem à verdade. Isto é fruto da era de revisionismo pela qual estamos passando, e pela falta de visão de em relação ao advento da Biologia Molecular.

Não importa uma coisa ou outra. O diagrama a seguir dá a cronologia e a genealogia da forma como o nosso Livro Sagrado apresenta: a Bíblia. Se alguém apresentar um livro com tanta credibilidade quanto a Bíblia, com dados diferentes, talvez "pensemos em cogitar de pensar" nestas informações:

O Talmud, conjunto de comentários do Torah (Bíblia no hebraico), confirma o ano do dilúvio como sendo 1656 após a criação. Mulheres não são citadas. Como este mundo tem muitos interpretadores faltos de inteligência, vai ter gente falando, daqui a uns tempos, que os patriarcas eram hermafroditas, e eles mesmos geravam filhos. É a lógica parecida com a de quem pergunta:

Mas com quem Caim casou

É demais uma coisa desta. Tem gente que n~çao usa a inteligência que Deus nos deu.



No futuro, em outros estudos, vamos nos referir à esta cronologia.

Observe o estilo dos nomes dos baluartes da doutrina monoteísta bíblica: Adão (por ser o primeiro), Noé, Éber (donde o nome hebreus), Abraão e Jacó. Também constate que o último patriarca cuja vida foi preenchida por numerosos anos (Matusalém) morre exatamente no ano do Dilúvio. O livro dos jubileus narra que Deus disse a Noé para aguardar mais sete dias antes de entrar na arca. Nestes sete dias, Matusalém morreu.

Os intervalos aqui descritos são os intervalos de tempo até o nascimento do primeiro filho destes patriarcas. O tempo de vida está descrito na Bíblia.

Um fato curioso é o número de gerações entre os patriarcas cujo significado bíblico foi relevante. De Adão a Noé foram oito gerações. De Noé a Abraão foram 9 gerações.

domingo, 18 de novembro de 2012

A fé no sistema financeiro

Assistindo ao filme sobre a Crise da Bolsa de Valores em 2008 - "O dia antes do fim" (Margin Call) - pode-se perceber argumentos para explicar a fé em alguma coisa.

Hoje, a coisa em que o ser humano mais crê é o DINHEIRO. Vamos procurar a explicação para isto.

O afeto

A primeira coisa com a qual o ser humano entra em contato ao vir ao mundo é o afeto. Bebês desconhecem o materialismo. O que lhes importa é um ser "quentinho" e o alimento do seio deste que o segura. Eles sentem aconchego no colo de alguém que tem uma voz doce e um cheiro precursor daquele que o alimento vai lhes proporcionar.

O sustento

À medida em que o indivíduo cresce e começa a medir o mundo com a sua razão, inevitavelmente alguém vai lhe comunicar que as coisas com as quais tem que lidar sempre CUSTAM alguma coisa. Sustento, roupas, comida, divertimento e assim por diante.

O valor das coisas

Então vem a noção da escala de valores das coisas. Como na maior parte dos lares, já contaminados pelo materialismo e consumismo, esta ideia é mal passada, o dinheiro vira como uma noção deturpada. As explicações sobre o valor das coisas são pautadas mais no que este valor representa PARA OS OUTROS do que ele representa para o crescimento do indivíduo. Se esta tese estivesse errada, os INVEJOSOS não existiriam, pois não existiriam pessoas que procurassem NOS OUTROS, ou NAS COISAS DOS OUTROS, valores para si.

O dinheiro

E o dinheiro é o valor mais palpável do POTENCIAL DE SE TER e pagar o CUSTO das coisas. O sujeito agora vale pelo que tem e pelo que mostra, ao invés de valer pelo seu modo de ser e de se conduzir. A parte do "pelo que mostra" tem atingido limites acima da estética e do TER. Através das redes sociais as pessoas apresentam verdades (charges, power-points e imagens) que parecem ser delas ou que elas pretendem participar, mas que absolutamente não fazem parte delas.

Nos jornais, a felicidade da sociedade é agora medida pela estabilidade do mercado financeiro, pela cotação da moeda nacional, tanto que é grande a preocupação com a inflação ou deflação. Se alguém diz que PODE HAVER UMA CRISE A VISTA, as pessoas já entram em depressão por antecipação.

Sendo o Sistema Financeiro um deus para algumas pessoas, se algo o ameaça, é o fim para elas. A fé foi deslocada de valores puramente espirituais para valores unicamente financeiros.

A crise de 2008

No filme citado no início deste artigo, é ressaltado que o Sistema Financeiro tem que ser mantido, para que as pessoas confiem nele, ou seja, é construído um muro de credibilidade em torno dele. Banqueiros se uniram em torno do Sistema para mantê-lo, mesmo sendo um Sistema falso, cheio de especuladores, de manipuladores e de boatos. Assim é um falso deus, um construído de mentiras.





domingo, 4 de novembro de 2012

Símbolos - Querer Acreditar - Fé


Em uma tarde em família, estávamos observando nossa cadelinha mordendo o "casaquinho" que demos no inverno deste ano. Ela acabara de sair do cio. É uma cadelinha bassê muito boazinha. Mas neste dia, se alguém tentava tirar o casaquinho dela, ela protestava com rosnados convincentes.

É preciso completar a história citando que o casaquinho estava em meio a roupas para lavar. Dias antes, ela fuçava na pilha de roupa suja, gemendo baixinho. De repente percebemos que era ele que ela procurava, e o demos com um carinho. Ela já estava no cio.

Pois bem, sabe-se que algumas cadelas sofrem de gravidez psicológica. Nossa cadela tomou o casaco não como um filhote, mas como ALGO PARA DEFENDER, PARA SE TOMAR CONTA, OU SEJA, um Símbolo físico.

Os símbolos

Já falamos sobre símbolos e símbolos impróprios. O ser humano, dotado de razão, lógico e com todo o seu potencial e informação, por diversas vezes é pego em uma armadilha de símbolos e é vítima das metáforas mentais. O caso mais comum é o de homens e mulheres que caem nos enganos da paixão, por confundirem mulher ou marido com mãe e pai, respectivamente, ou a professora com a mãe, o professor com o pai, numa gama de possibilidades enorme.

Mais próximo da realidade, tem pessoas que amam as mães, mesmo elas sendo megeras, torturadoras, algozes, madrastas mesmo. Este é o melhor exemplo de Querer Acreditar. A mãe, neste caso, é mais uma PESSOA SÍMBOLO do que uma PESSOA SAPIENS CARNALIS (pessoa racional em carne). Poderíamos chamar as Pessoas Símbolo de Atores. Como não correspondem, em ações, ao Símbolo que carregam consigo em Relação ao Contexto Social, não passam de arroubos de gente mal resolvida. Pessoas deste tipo podem receber a alcunha de Falsos, Fingidos, Duas Caras ou Dissimulados.

A salvação social destas pessoas, para quem os rodeiam é o Querer Acreditar. O filho que tem uma megera como mãe, faz uma "maquiagem", pintando com cores os locais da personalidade deste tipo de pessoa que são brancos ou cinza, de modo que corresponda a aquilo que idealiza CONFORME OS MODELOS DISPONÍVEIS NA SOCIEDADE.

Nossas crenças

Se você pensa ser um Pai, você tem que reforçar isto na sua mente, tendo consciência e exercendo o Modelo Previsto. Na ausência do seu filho, você se sente menos Pai ? Os Símbolos humanos tem um mantenedor, que é a mente, ou se você preferir, a memória. Até Deus em sua palavra falou algumas vezes que "se lembrou". Tem cabimento ? O supremo Criador e Controlador se "lembrou dos hebreus" quando os viu em escravidão no Egito. Pode ?

Claro que pode, pois nós temos que fazê-lo a toda hora. Quem sofre do mal de Alzheimer, que entre outras coisas causa perda progressiva da memória, perde a identidade. Somos construídos a partir dos Símbolos que fabricamos na mente,

A crença em Deus como exemplo

Ora, a expressão mais fidedigna do "Querer Acreditar" é a Crença em Deus, chamada de Fé. Não é preciso gastar muito discurso. Quem crê em Deus o faz com a força do "Querer Acreditar". Estas pessoas crêem mais nEle do que até nas coisas visíveis,

Mas com base na teoria de que o Cérebro é um Simulador, até para vivermos, PRECISAMOS CRER QUE A VIDA É REAL. Sim. Como temos dois estados, de Consciência e de Sono, não podemos afirmar em qual dos dois estamos em um momento com CERTEZA ABSOLUTA.

Levando ao extremo

Você tem que crer que o próximo dia realmente vai acontecer, que o ônibus vai chegar, que sua esposa ou marido vão chegar, que o filho vai chegar da escola, que vão depositar seu salário, que o remédio vai fazer efeito, de que suas pernas vão andar quando seu corpo acordar, que vai haver energia elétrica na hora de ligar um aparelho, etc. Tudo depende de um "Querer acreditar", e estamos falando ANTES da fé em Deus. Você vive neste estado O TEMPO TODO, e não sabe.

Os doentes de síndrome de pânico sabem muito bem o que isto quer dizer. Seu "Querer acreditar" fica afetado ou inexistente até na hora de simplesmente atravessar uma rua. Converse com um deles.

domingo, 21 de outubro de 2012

Por que o faraó recebeu Moisés tantas vezes ?

Transporte você mesmo, corpo e mente para aqueles tempos imemoriais do Egito. Tempos de um Rei que, sendo o sumo-sacerdote do culto aos deuses, acreditou ser ele mesmo um deus.

Um homem que acredita ser um deus não recebe qualquer num. Anda distante de seus súditos, preocupando-se com eles somente quando a segurança e a ordem de seu Reino está em perigo. E entre seus súditos estavam os escravos. Achando indigno demais conseguir seus objetivos pelo esforço de suas próprias mãos, este semideus precisava do braço dos escravos. ATÉ O DIABO USA OS BRAÇOS HUMANOS para atingir os seus objetivos (matar, roubar, destruir). Assim era o Faraó ( mo "casa-grande"), com a diferença para o diabo no aspecto de que não queria destruir, pois queria que seu legado continuasse até o futuro mais longínquo possível.

Então, prosseguindo, o Faraó precisava dos braços dos escravos. Ele podia forçá-los ao máximo, MAS NÃO PODIA QUEBRÁ-LOS, não de todos os escravos de uma vez só. Castigos só eram usados para dar exemplos. E pelo que vimos dos encontros com Moisés, a quem a turba delegou poder, de uma forma ou de outra, o Faraó se viu OBRIGADO A NEGOCIAR.

E por que se viu obrigado a negociar com este Moisés?

Os hebreus estavam construindo suas cidades, e Moisés se apresentava como um líder. Mas foi só isto ? Não. Moisés tinha instrução para argumentar, e o fazia em nome de um deus, pela visão do Faraó, e do DEUS único pela visão dos hebreus. Pelos fatos históricos, Moisés foi educado na corte egípcia, até porque a forma do culto, os paramentos sacerdotais e os acessórios de culto (a arca lembrando a arca de Amom, as vestes de linho, a fixação de ouro utilizado nos objetos) provam uma absorção, bem como a diretriz de se evitar o uso de traços rituais que pudessem comprometer a saúde dos hebreus. Moisés conhecia tanto o significado como os acessórios rituais dos Egípcios.

Como então autoridade nos usos religiosos dos egípcios, os sacerdotes não poderiam entrar em combate verbal com Moisés. Fosse um qualquer, não instruído na civilização egípcia, ouviria toda hora interjeições como:

Você sabe por que fazemos deste jeito ?

O status dos escravos

Conhecedor das leis egípcias, Moisés podia levantar questões acerca do tratamento dado aos escravos. Os hebreus não foram escravizados sob o status de "prisioneiros de guerra". Eles foram escravizados sendo uma etnia que residia por muitos anos sob a benção de um Rei semita. O tratamento dado a eles não podia ser de prisioneiros de guerra.

O status dos escravos hebreus era de servos do estado, e não servos de senhores em particular. Eles podiam ser severamente castigados, mas não mortos, pois morto não trabalha. E, ao que parece, os castigos exagerados não eram frequentes, pois se o fossem, Moisés já estaria habituado, e aceitaria naturalmente, e não teria matado o egípcio que feria a um seu irmão.

Mas na época de Moisés, o número excessivo dos hebreus preocupou o Rei. Talvez até matar escravos tivesse sido permitido. Neste ponto é interessante ter em mente que os escravos eram caros no Egito. Temos o dado de um escravo vendido a 20 unidades de prata (13.6g x 20 = 272 g) documentado na  stela of Sheshonq. Agora pense, se um escravo valia tanto, você acha que o seu Senhor o mataria ?

Os hebreus não eram uma coleção de escravos à venda. Era respeitada a sua condição de nação, senão o Faraó os teria vendido, auferindo desta venda enorme quantidade de prata. Talvez, se o fizesse, arranjaria uma disputa com os povos semitas ao redor, pois até hoje guardam conceitos de tribos familiares. Ao redor residiam os remanescentes dos hicsos, edomitas, nabateus e tantos outros. Uma tentativa de "Progrom" teria  como consequência a guerra.

O fato

Bem, o próprio fato de receber Moisés, razão do que estamos procurando, já prova que os hebreus não eram uma coleção de escravos, pois do contrário Moisés seria escorraçado da presença do Faraó a pauladas e chibata.  

Conclusão

O Faraó recebeu Moisés por ele ser realmente um representante reconhecido de um povo que não era exatamente uma horda de escravos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Se o diabo não existe, por que existe o mal ?

Diz uma frase antiga que:

"A maior proeza do diabo foi convencer as pessoas de que ele não existe"

Grande número de pessoas tem esta crença, de que não existe um diabo, nem demônios. A culpa de todos os atos maus do homem seria do próprio homem.

O bem e o mal

Espelho da dualidade física do homem, bem e mal são pratos de uma única balança. A natureza nos fez duais porque o maior princípio que rege seu comportamento é também dual.

Mas a aceitação deste princípio implica em ferir as susceptibilidades dos ateus. Crendo no mal, e obedecendo ao princípio dual, Deus teria que existir. E os ateus não querem aceitá-lo. Solução encontrada: falar que o diabo não existe. Simples e bem infantil.

As coisas que teimam em dar errado

Saindo do terreno das raízes lógicas, vamos às experiências repetidas do mundo. Temos doenças, acidentes, desastres, terremotos, desabamentos, etc. Citamos os males, para apontar as falhas. As falhas deveriam ser a exceção, já que concebemos nossas idéias para dar certo, e não ERRADO. Quem é que imagina um projeto com o horizonte do mesmo dar ERRADO ? Só um louco. Na teoria, em nossa mente, tudo da CERTO.

Uma vez colocando a teoria na prática (no mundo REAL, o mundo das EXISTÊNCIAS) é que vemos aparecer o ERRADO, ou seja, o MAL.

E, analisando os resultados encontrados em tudo o que o homem faz, o ERRO surge logo, e muito esforço é dispendido em sua correção.

O mundo teórico e o mundo físico

Então, no mundo das teorias, das idéias, tudo dá CERTO. O mundo das teorias parece um "mundo espiritual", onde tudo é sutil, tudo se encaixa. Mas colocou a ideia no mundo físico, os ERROS surgem. Você pensa em comprar o carro. Na sua cabeça você vai viajar daqui até os pontos distantes de seu continente. E você o compra. Coloca na garagem, todo feliz. No dia seguinte, vê gotas de óleo, e constata que são do seu carro.

O mundo físico é um mundo da "realização sob leis estritas de interação fora do pensamento". Para se ver como isto é sério, até o pistoleiro, que concebe o plano para matar alguém, ou seja, praticar o mal, chega na hora, e algo dá ERRADO.

Contradição ? Veja bem. Estamos tentando provar que o Mal prevalece. Alguém pensa (terreno teórico) em fazer um Mal, e falha, ou seja, ocorre o Bem !?

Não existe contradição, pois a teoria é que deu ERRADA, como afirmamos no início. A teoria, pensamento do homem na concepção, tem sempre a tendência de dar ERRADO, pois o intuito do Mal é ridicularizar, escarnecer e destruir os planos do homem em teoria, rompendo a cadeia de coerência PENSADO e REALIZADO.

O prejuízo nos negócios humanos é a prova disto. A tendência é a empresa fechar o balanço no vermelho. E então alguém diz: "é, mas a empresa tal sempre tem lucro". A Receita Federal, Estadual ou Municipal, se examinar as contas deste aí, vai encontrar sonegação, roubo, caixa 2, etc.

E sonegação, roubo e caixa 2 faz parte do ERRADO. Mas uma vez constatados estes atos, a concepção deste empresários, que pretendiam se dar bem (em teoria) dá ERRADO, pois são descobertos.

E a existência do diabo ?

Esta transição do PENSADO para o colocado em PRÁTICA implica na passagem por uma fronteira: da MENTE para o MUNDO. E no mundo existem as Leis tanto Éticas (constituição, códigos, etc) quanto Físicas e Agentes. Nós somos agentes no Mundo Físico, tanto para o Bem quanto para o Mal. Mas estar de um lado ou do outro NÃO SE BASEIA EM SORTEIO. As intenções são bem definidas, e estão no terreno da ESCOLHA PESSOAL. E a encruzilhada para a Escolha Pessoal é influenciada por alguma sugestão.

Podendo o homem escolher entre duas coisas (é o mínimo para uma escolha) por que escolhe o Mal ? Só existe uma explicação, baseando no fato de que escolher o lado em que se vai ficar não é um SORTEIO: um AGENTE INFLUENCIADOR. Se este não existisse, se tanto fizesse escolher um lado ou o outro, aí sim faríamos um SORTEIO. Mas sabemos bem pela nossa natureza humana, que sempre existem interesses (neles existe o Mal), ou a preguiça (ela é um Mal), ou desejo indevido (um Mal também), ou a competição (se queremos sobrepujar alguém, temos em nós o Mal). Sempre existe algo em jogo, e o homem não quer perder. Se perder sentir-se-á derrotado, mas por QUEM ? Pelo Mal.

Portanto, Alguém convence o homem a fazer uma Escolha para o Mal (quando é o caso). Quem é este Alguém invisível. Nada menos e nada mais que AQUELE QUE PROCURA NOS CONVENCER DE QUE NÃO EXISTE, pois não quer levar a culpa. E quem é ELE ? É aquele a quem a humanidade convencionou chamar de Diabo.

Já notou que os Agentes da Polícia dos Governos, Esquadrões Especiais e Criminosos FAZEM DE TUDO PARA NÃO SEREM DESCOBERTOS ? De onde vem esta Herança de Pensamento ? Do primeiro artífice desta arte de se fazer Invisível: o Diabo.

Faz sentido ?




sábado, 22 de setembro de 2012

A marca ou sinal de Caim

Prezados leitores, qual foi a marca colocada em Caim ?

Muitas omissões dos escribas e cronistas judeus nas Sagradas Escrituras se devem a um cuidado para evitar preconceitos. Mas os próprios "santos" católicos e escritores da exegese bíblica se lançaram em especulações COM UM OBJETIVO CLARO DE LANÇAR PRECONCEITOS.

Sem delongas, a primeira tentativa, devido ao ódio aos mouros, foi plantada pelos cruzados, garantindo, não apenas especulando, que a marca em Caim seria a cor de pele negra. Muito bem. Vamos raciocinar um pouco, como pessoas que já conhecem princípios básicos de sociologia e psicologia.

O que Caim expôs a Deus após o seu pecado ?

Caim ponderou com Deus que o seu pecado era muito grande para que o pudesse suportar. Desta forma, Deus colocou nele uma marca ou sinal  para que ninguém o matasse ao encontrá-lo. E como marca, e devido ao pecado, a multidão de intérpretes preconceituosos da Bíblia achou que esta marca seria de NATUREZA PUNITIVA.

Ora, pensem bem. Se Deus colocasse uma marca punitiva em Caim, quem o encontrasse logo perceberia que a marca indicava um pecador, um DIFERENTE no mau sentido. Vamos pensar em algumas marcas CORPORAIS diferentes: 6 dedos na mão, ou mãos sem dedos, 3 olhos, chifres, cor de pele negra.

Se estávamos numa sociedade que estava formando seus conceitos, e estava tomando contato com o primeiro homicídio, qualquer marca que distorcesse a aparência normal do ser humano geraria repúdio e atos violentos sobre a pessoa que o tivesse.

Deus colocou, sim, em Caim, marca que gerasse temor, respeito, admiração, e agora vamos ser realmente ousados em nossa especulação:

A marca em Caim seria o cabelo louro.

Antes de continuar a ler, recupere-se de seu susto.

Lembre-se dos povos antigos que possuíam cabelos louros. Um dos principais eram os selvagens vikings que aterrorizavam as costas da Europa matando pessoas e sequestrando mulheres. E se seus descendentes saxões, que acabaram por gerar, entre outros povos, o alemão, se "ab rogaram" serem a única raça pura; tudo faz sentido. ELES O DISSERAM. Não seria o movimento nazista uma verdadeira expressão da marca de Caim, a marca de assassínio em massa ?

E agora, faz sentido ?

Para marca de assassinato, descendência de assassinos em massa, de métodos cruéis. A interpretação mundana foi, durante anos, falseada, pois, se fosse referente à raça negra, não temos notícias de que os africanos fossem algozes, pois a história os mostra como VÍTIMAS do movimento escravocrata.

Pois então, agora temos uma hipótese muito mais lógica.

Sendo Caim o primeiro homem de cabelos louros, NINGUÉM que o encontrasse inadvertidamente o mataria, pois temos como TABU que o louro se refere à beleza e provoca admiração.

E então, o que o leitor acha.

Caim e os Gigantes

Pois bem, a segunda hipótese também é um pouco chocante, mas vem de encontro a um  interesse que trafega a largas avenidas pela Internet. Foram encontradas na Ásia ossadas de homens gigantes, por volta de 4 e meio metros de altura. Seria Caim, cujos descendentes foram chamados de "filhos dos homens", e qualificados de homens de alta estatura, o primeiro homem a atingir altura recorde, que afugentaria, conforme o registro do Gênesis, qualquer um que se encontrasse com ele ?

Isto também faz sentido ?

Achamos isto menos forçado que dizer que ele era negro ou louro, pois para provocar temor, omelhor seria que ...


A marca em Caim seria a alta estatura.

Livro de Melquisedeque

Segundo o fantástico apócrifo chamado "Livro de Melquisedeque", a marca em Caim teria sido a perda total da barba.

domingo, 16 de setembro de 2012

Caim e Abel - Fatos familiares e tradições para entender o assassínio

A Bíblia é um compêndio RESUMIDO dos numerosos fatos que ocorriam com o povo judeu, com a finalidade de transmitir o essencial às novas gerações. Acrescida dos tratados talmúdicos ela alcançaria o tamanho de uma Enciclopédia e acabaria levando quem a quisesse estudar ao desânimo. Em outras palavras, registrava-se o FATO, e o que interessava para "consumo imediato", sem longas digressões.

A ocorrência do primeiro homicídio ocupa somente 16 versículos, mas no decorrer do livro sagrado várias menções ao fato, e ao tipo de ocorrência (homicídio), são percebidos. Afinal, nós, os tão morais e éticos seres humanos vivemos matando uns aos outros.

A contagem de anos dos judeus

Os judeus possuem duas medidas de tempo auxiliar, que ajuda a compreender as profecias apocalípticas tanto do profeta Daniel quanto de João de Patmos:


  • A semana de anos;
  • O Jubileu, equivalente a 7 semanas de anos.


Memorize estes fatos, para ler com exatidão o Apocalipse.

Pois bem, a contagem dos anos de vida de Adão, fixando os anos de nascimento de Caim, Abel, e de suas irmãs (sim, o relato dos escribas e sacerdotes no Pentateuco excluiu as mulheres, mas elas também nasciam, é claro), e está registrada no ...

O Livro dos Jubileus

O Livro dos Jubileus foi escrito em hebraico por um fariseu (uma das duas correntes judaicas) entre o ano da ascensão de Hyrcanus ao alto sacerdócio em 135 bC e sua ruptura com os Fariseus em 105 bC. Ele coletou os dados dos cronistas judeus, estabelecendo as datas dos jubileus desde Adão. Ao contrário do que pensam os leigos, o povo judeu tem todos os registros de sua história. Todos os outros povos, até o egípcio, perderam registros de sua história, e até APAGARAM alguns deles devido às rivalidades políticas.

Para nós interessam as informações de tempo da primeira geração de Adão.

Na terceira semana de anos no segundo jubileu ( o segundo jubileu vai do ano 50 ao 98, pois o primeiro jubileu, de 7 x 7 anos, terminou no ano 49 de Adão), Caim nasceu, ou seja, dentro do intervalo dos anos 15 a 21 contagem Adâmica. Abel nasceu na quarta semana deste jubileu, ou seja, entre os anos 22 a 28 contagem Adâmica. E, segundo o Livro dos Jubileus, na quinta semana deste jubileu, entre os anos 29 e 35, nasceu a irmã de ambos, Awan. Portanto, a diferença de anos entre cada um era de 7 anos. Caim tinha 14 anos quando nasceu Awan, sua irmã.

Não compreendo como pessoas que lêem a história de um casal qualquer (seja Adão e Eva ou Maria e João), imaginem que este casal só tem filhos homens, porque os cronistas da época, ainda traumatizados com o pecado de Eva, só citavam, de raiva, os homens. O ser humano gosta de se portar como um tapado. Qualquer casal, principalmente o primeiro, sem stress, alimentando-se sem agrotóxicos, sem trânsito e sem patrão, pode ter dezenas de filhos. No Brasil, as famílias possuíam de 10 a 12 filhos e, ouçam bem, um casal provavelmente vai ter metade de homens e metade mulheres, como manda a lei de Mendel ( pai da genética).

Lembrando novamente:

A Bíblia não citava mulheres, devido ao pecado inicial de Eva

O leitor que se compenetre e aceite a realidade, de que um casal, a cada parto, tem a probabilidade 50% de filhos homens e 50% de filhas mulheres. Quem tem irmã ou irmãs bem sabe disto. Se assim não fosse, teríamos chegado até aqui COM UM MUNDO SÓ DE HOMENS.

Este assunto nos deixa extremamente nervosos, pois É RIDÌCULO constatar que existem pessoas que ignoram LEIS NATURAIS BÁSICAS como: casais tem filhos homens e mulheres.

 A adolescência entre três irmãos

Quando esta irmã de ambos atingiu 14 anos, Abel tinha 21 e Caim 28. Perguntamos, diante do que conhecemos de adolescência, homem e mulher:

O que Caim e Abel sentiram ?

A única mulher mesmo que Caim e Abel tinham visto era Eva, sua mãe. Agora eles viam uma adolescente no florescer de sua beleza de formas adolescentes. O que vocês acham que ia acontecer na mente de ambos ?

Vai ter gente com suficiente audácia para dizer que ambos eram muito santos, e respeitariam a irmã a ponto de nem sequer lhe dirigir o olhar. Que é isso ? Caim, pelo seu ato posterior e homicida, provaria que era um homem dos bem comuns, como nós somos. Ele nós garantimos que olhou de forma bem desejosa para a própria irmã. Não havia a figura de incesto, e os casamentos consanguíneos entre judeus, pelo menos até o ano de 1876 dC ocorriam. Talvez tenha ocorrido até mais tarde.

Vamos mais longe, respeitosamente, mas humanamente:

Será que Caim, o mais suscetível aos desejos que Abel (como seu próximo ato mostraria) nunca avançou um pouco mais em relação à irmã ? Pois bem, cronistas judaicos e islâmicos relatam que Awan foi prometida a Abel, e não9 à Caim. Existia o costume de se casar primeiro a filha mais velha, comprovado pela história de Jacó com Labão, mas nada se dizia de casamento primeiro do filho mais velho. E Awan, diante das PROVÁVEIS investidas de Caim, cuja índole não era boa, preferiu ser prometida a Abel.

Vocês conseguem prever os acontecimentos posteriores ?

O sacrifício e a não aceitação de Deus

Os Evangelhos advertem que ao trazer uma oferta a Deus, o homem (e a mulher) deve ter seu coração puro. Caim estava, provavelmente, transtornado de maus pensamentos, e principalmente já se julgando preterido em relação à irmã Awan. Ele já estava concebendo estranhos cenários familiares, como o irmão SATISFAZENDO O SEU DESEJO antes dele, Caim, sendo que havia nascido primeiro.

Pense, como foi a recepção de Abel na mente de Caim, quando este nasceu, dividindo as atenções do pai e da mãe ? Ciúme é um fenômeno natural que aflora em qualquer pessoa.

Pois bem, após a não aceitação do sacrifício de Caim, completou-se em sua mente o quadro de "transtorno de ciúme e rejeição" (TCR - sigla de nossa autoria). Diante disto, ele levou o irmão para algum lugar, para descarregar sua raiva.

A morte

Mas até aquele dia ninguém tinha sido morto. Caim sabia que estava "matando" o irmão ? Ele deve ter discutido. Abel falou certas coisas sobre ele que Caim não gostou. Caim o agrediu, descarregando a raiva. Abel, provavelmente mais pacífico, e ignorando também a possibilidade de morrer, não se preocupou muito. Porém, Caim usou algo para o atingir.

Imagine Caim diante de Abel imóvel. E Então, vendo que Abel não mais se mexia, escondeu o corpo para que não fosse achado imóvel, mas não sabia o significado de morto.

E assim se deu. Crime culposo, pois nem Caim, nem Awan (a irmã)  nem Adão e nem Eva sabiam o que era a morte.

Com quem ficou Awan

Não tendo mais irmão, Awan ficou com Caim.

A lógica

A lógica básica aqui é a de que a hipótese de outros filhos para os leitores da Bíblia fica bloqueada, pois as pessoas não querem fazer deduções. Muito da ignorância em relação à Bíblia vem da nossa necessidade de provas físicas.

Um contra-exemplo disto foram as experiências mentais que Einstein fez em relação à luz e Relatividade. Se Einstein tivesse um laboratório da luz, a falta de equipamentos adequados o impediriam de atingir os raciocínios completamente à frente de sua época. Portanto, nossa atual filosofia que utiliza o Método Experimental em relação a tudo pode estar castrando o nosso imenso potencial criativo.